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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

O primeiro romance de Roberto Antunes, Entre o Outono e Você

Algum tempo atrás, Roberto Antunes me contatou sobre uma coisa que me deixou feliz. Ele já tinha concluído a escrita de um romance, pela Editora Quarto Andar. Me convidou até para a noite de autógrafos no Portal Santa Isabel Choperia (em 24 de Outubro de 2025), assim como o fez com diversos familiares, amigos e artistas da cidade de Santa Isabel. Além de apresentações de skate e musicais, inclusive do próprio Roberto, ocorreu uma apresentação do livro e explicação sobre a obra. No final, ele autografou meu exemplar.
Sinopse:
O livro Entre o Outono e Você, é o primeiro romance de Roberto Antunes. O volume conta a história de amor intenso e subversivo entre Isadora Magalhães e Rafael Schneider em São Paulo. Enquanto ela vive sob as rígidas regras familiares impostas de seu pai, ele é um jovem artista inquieto, com uma paixão ardente. Juntos, enfrentam os dias nublados de uma capital e conflitos impostos pela figura paterna de Isa, Wagner, um médico metódico e sinistro.
Como dito em alguns sites, Entre o Outono e Você é um romance sobre crescer, resistir e entender que algumas despedidas nunca terminam, elas apenas mudam de forma e continuam dentro da gente.
Veredito:
O que me pegou na escrita foi um detalhe simples: eu me vi naqueles personagens. Ao menos, eu próximo do final no Ensino Médio. Nunca tive um amor arrebatador assim, naquele período (só na vida adulta, ao menos), mas o modo de agir é bem passional. Como alguns adolescentes são, sem contar as referências poéticas e musicais. Além disso, nem sequer o casal é a única coisa bacana da leitura: nomes como Renata, Camila, Fred, João, Rodrigo, professor César e Wagner... Ah, Wagner...
O antagonista é uma coisa a parte. O elogio é para a construção dele, pois ser médico encaixou para o plot próximo do fim, mas me fez odiar ele. Novamente, odeio ele, mas amei sua construção.
Em resumo, Entre o Outono e Você é um romance simples, mas intenso, como qualquer história de amor entre adolescentes que se amam de verdade. 

segunda-feira, 9 de junho de 2025

Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados


Em um mundo onde baleias cósmicas e gatos guerreiros se enfrentam, uma antiga ameaça desperta no sul esquecido. Enquanto a atenção se volta para o conflito político no Leste, Pedro Ernesto e seus companheiros marginalizados se erguem como a última esperança do mundo civilizado. Com bigodes imponentes, lanças afiadas e martelos poderosos, eles enfrentam mortos-vivos e o próprio Nada em uma jornada épica.
"Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados" é uma aventura de fantasia medieval, repleta de ação, humor e reflexões sobre a vida, o universo e tudo mais.
Acompanhamos o personagem Pedro Ernesto, um lanceiro bigodudo em busca de fama e glória, em uma jornada épica que o levará a enfrentar desafios inimagináveis e a questionar tudo o que ele acredita. Com um toque de absurdo e referências à cultura pop, este livro é uma leitura divertida e emocionante para todas as idades.
A noite de autógrafos ocorreu na Taberna do Rei, no final da Duque de Caxias, em Junho de 2024. Junto a amigos. O Ateliê Donna Rita ofereceu os seus serviços de impressão e encadernação para a confecção dos livros.
Para explicar Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados, a melhor maneira de o descrever seria uma união de Douglas Adams com J.R.R Tolkien. Mas fazer uma comparação tão simples e rápida assim seria uma injustiça com os três autores, incluindo com Luiz. Ela tem um humor crítico que me remeteu a Monty Python, mas com outras doses de humor, cheias de piadas inseridas em suas linhas. Sem contar os momentos melancólicos, pois se em certos momentos eu via cenas humor, há outros que me arrancaram uma sincera lágrima.
Um dos clássicos de Santa Isabel, escrito por Luiz Nase.

quinta-feira, 25 de julho de 2024

Juliana Saueia e Além da Curva

Juliana Saueia, ou Ju para os amigos, é uma escritora e atriz, que tem uma bagagem emocional gigantesca.
Juliana Saueia, divide sua morada entre - como ela mesmo disse - Santa Isabel e o Mundo da Lua. Bacharel em Direito por obrigações sociais, formou-se, também, em Teatro, para transbordar o coração. Em 2016, após a morte de seu pai criou o blog Além da Curva, quando descobriu na escrita e nas viagens que fazia sozinha uma forma de se sentir viva. Ali, encontrou a força de ser vulnerável e compartilhar suas histórias sem filtros para as outras pessoas, além de encorajar outras mulheres a terem suas jornadas com a própria companhia. Em 2022 lançou seu primeiro livro "Além da Curva - Foram muitas mortes até encontrar a Vida" onde expõe ao leitor os sentimentos que perduraram durante seus inúmeros processos de luto, quando, aos 19 anos sofreu um acidente de carro com sua mãe, avó e irmão, levando os três a óbito de forma tão trágica.
A leitura realmente se desenrola, quatro anos depois, de perder seu pai e ficar responsável por sua irmã de 13 anos. O luto, a depressão e a solidão estão escancarados no livro, para mostrar a naturalidade do sentir, expondo que para haver um caminho de cura, precisa antes haver o acolhimento. Seu em primeiro lugar, para depois encontrar as outras pessoas.
Eu vou comentar como me senti ao ler esse livro. Devo explicar qual era o contexto de quando li esse livro: ainda a pandemia de Covid-19 era bem forte e ia com minha mãe para fora da cidade, que ela fazia exames por lá. Íamos constantemente para Mogi da Cruzes, em 2021, devido a cidade de Santa Isabel não ter os aparelhos necessários para isso. Mesmo possuindo um prefeito formado em medicina, não temos avanços, para coisas assim, até 2024. Mas enfim...
Enquanto ia com ela, de ônibus várias vezes para os locais de exame. E enquanto íamos e voltávamos, e eu esperava por minha mãe, eu lia. Então, imagine alguém que estava esperando por sua mãe, numa época de pandemia mundial, que iria fazer uma cirurgia meses depois, lê um livro tão forte... Cara, esteja preparado...
É um livro tenso. Que mesmo você conhecendo a autora e sua história, os pormenores te deixam feliz, assustado e ansioso para saber os resultados de toda essa trajetória. A escrita é boa e te coloca a par dos acontecimentos, mesmo que já conheça os envolvidos de um modo único. Eu trabalhei com a Mônica, mãe da Ju e tive a oportunidade te conhecer seu pai também, seu Walney. Se eu, que conheci a ambos pouco tempo, revivi a dor da perda deles, que foi chocante demais pra mim, imagine para quem colocou isso em uma escrita.
Lembrando que a Ju, foi uma das três artistas que chamei para darem entrevistas aos alunos do Colégio Artur Ferreira, o Conchinha. Entre elas, além dela, Franciéle Silva e Miriam Cristina. Gostaria te fazer mais isso. De qualquer forma, eu recomendo, nesse dia do escritor, essa leitura.
O livro foi publicado pela UICLAP, mas há outras fontes para comprar. 


quarta-feira, 8 de maio de 2024

O motivo de odiar "reality shows"

Eu detesto reality shows. Do Big Brother, até Master Chief, passando por A Fazenda, Largados e Pelados, Pesadelo na Cozinha, entre tantos outros realities diversos. Alguns mais, outros menos, mas o sentimento é esse. E isso tem motivo: para termos o que as pessoas chamam de um espetáculo com realidade, como deveria ser, precisaria ser algo mais próximo de um programa de jornalismo (e os nosso jornais já são sensacionalistas e espetaculosos demais, para parecerem mais um evento supervalorizado qualquer notícia). E isso não é o que parece.
Não vou nem entrar no contexto como programas com estilos de "reality shows" são manipulados nos Estados Unidos, pois isso seria tão simples e fácil quanto falar mal de WWE. Só lembrando que até gosto da luta livre, mas tenho noção que aquilo é falso demais. Fica mais como diversão, do que por realmente querer ver uma boa luta. Quase um teatro televisionado, onde nem me importa o resultado, pois é mais engraçado do que bem trabalhado.
Poderíamos tratar de problemas, como o racismo que aparece constantemente nesses programas. Ou quem sabe as cenas de abuso sexual que já aconteceram diversas vezes. Agressão parece ser uma constante que acontece pelo menos em cada um dos mais polêmicos. O verdadeiro motivo de entender como isso é problemático está no seguinte: todos esses "jogos" são na verdade manipulados, controlados pelas emissoras, para dar entretenimento
Para se der uma ideia, o Big Brother Brasil (chamado pela sigla de BBB) em 2024 contou com uma camelô, que trabalhou no Brás, segundo notícias. Entretanto, há um problema, antes de ser membro dos "brothers" e "sisters", ela não era apenas uma vendedora de bugigangas. Mas também uma modelo e bem conceituada. Isso não desmerece seu esforço como profissional, mas é engraçado como ressaltam apenas o fato mais humilde. O chamado fenômeno da origem humilde, ou melhor, o mito da garagem.
Mas tem mais. Muita gente hoje em dia curte pra caramba a figura da apresentadora e modelo, Sabrina Sato. E por seu sotaque carregado e uma beleza única, ficou famosa ao terminar o programa, anos atrás. Só que há coisas que poucos sabem: ela além de ser filha de um árabe e de uma descendente de japonesa, sua mãe foi uma paquita. Sabe, das garotas que ficavam junto da Xuxa? Lembrando, que mesmo a Meneghel se afastando por um certo tempo da emissora Globo, sempre manteve boas relações com o canal.
Dito tudo isso, temos também o fator de onde saiu o termo Big Brother. O livro de George Orwell, 1984. Uma distopia que trata do personagem Grande Irmão. Dentro da trama, pensar por conta própria  é um crime. As pessoas são vigiadas, dentro do universo do livro, 24 horas por dia, até mesmo dentro de casa. Onde o líder ideológico é esse Irmão, com poder sobre a vida e morte das pessoas. Ele encara as pessoas, com suas telas mostrando o rosto do personagem antagonista, de manhã até a noite. Sendo que o cidadão será punido caso falhe com o Estado.
O mundo está dividido em três territórios. Eurásia, Lestásia e Oceania. Sendo Londres o palco dos eventos do livro. A mídia domina a população, para favorecer a política ditadorial, através da televisão. E que existiria um inimigo supremo, chamado Emanuel Goldstein, que deveria ser combatido e por isso - supostamente - o seu Estado estaria constantemente em guerra. Independente se esse inimigo realmente existiu, o papel dos canais de comunicação era a incitação dos ódios contra um inimigo em comum. Para fazer a população não compreender que estava com problemas e precisava exigir seus direitos.
E através de que modo o partido manipulava essas massas? Através de vídeos exibidos pelas mesmas telas que mostravam a fase do Grande Irmão! Ou seja, as pessoas ignoravam a invasão de privacidade que sofriam, pois se sentiam confortáveis com a manipulação, já que não notavam esse ato. Pois era subjetivo, poderíamos até falar que estava camuflado, através do uso do medo também causado pelo domínio das forças militares. Podemos inicialmente associar isso a política de "pão e circo" surgida no Império Romano. Mas note que isso está mais próximo de governos ditadoriais, como os que aconteciam na China, com Lao Tsé Tung (socialismo), Margareth Tatcher e Pinochet, no Reino Unido e Chile (capitalismo) e Adolf Hitler (nazismo).
E não é apenas uma visão que aparece em livros: mídias mais recente, incluindo games, conseguem tratar disso. Alguns exemplos são Fallout, Metro e Bioshock. Que citam ideais e manipulam as informações. Para que ignoremos as falhas atuais de nossa cidade, estado, país e até fora do território nacional. Independente de origem.
Acha que exagero? Ficou sabendo sobre os problemas de Maceió? Sabia que a empresa privada de petroquímica, responsável pelo estado de emergência causado pela extração de minas sem o devido cuidado (Braskem) patrocinava o Big Brother Brasil? Quantas vezes na vida, nós ouvimos falar de uma cidade que afundou devido a um só ponto: lucro acima de tudo, até das vidas ali.
Recentemente, na minha cidade, eu fiquei sabendo que haverá um reality show.

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Escritora isabelense em antologia paraibana

Dois artigos de autoria da Doutora Ingrid Zanini Souza Gomes, que escreve no Jornal Bom Dia mensalmente, foram publicados em livro organizado pela UBE (União Brasileira de Escritores). A obra foi lançada em 3 de Outubro de 2023, na Academia Paraibana de Letras em João Pessoa.
A UBE tem sede em São Paulo e em outras unidades da federação. Que tem como função a livre expressão da atividade do escritor, além da defesa dos direitos autorais.
A Academia Paraibana de Letras uniu forças coma UBE para lançar o terceiro volume da antologia Imagens Literárioas: a realidade e o sonho III, que reúne  autores brasileiros e de países lusófonos nas categorias de crônica, poesia, contos, artigos e ensaios.
Foi lançado pela UBE, edital em todo o território nacional para selecionar textos que comporiam o livro e, assim, foram selecionados dois artigos da Dra. Ingrid Zanini: Entre perder e ganhar a vida acontece e O tempo vence o amor?, ambos já publicados no Jornal Bom Dia também.
Além de Ingrid, participaram dessa antologia Ludmila Saharovsky, da região do Vale do Paraíba, membro da UBE/PB, também teve um texto seu publicado na antologia e na oportunidade lançou a segunda edição da obra Tempo Submerso - Stalin: sobrevivemos ao Terror. Supostamente sobre a experiência dele quando esteve na Rússia resgatando a sua história e de sua família.
O presidente da UBE/PB, o escritor e professor Luiz Augusto Paiva e sua esposa Ana Castro Paiva coordenaram a cerimônia de forma impar, segundo o que escreveu o jornal. Com música e um coquetel.

ARTIGOS do Jornal Bom Dia são publicados em antologia na Paraíba. Jornal Bom Dia. Santa Isabel. 14 de Outubro de 2023. p. 7.

sábado, 23 de setembro de 2023

HQ de terror cósmico ilustrado por Bertho Horn, financiado pelo Catarse

O projeto pela Tabula Editora, se considera uma das mais belas e aterradoras adaptações de H. P. Lovecraft.
É uma adaptação para os quadrinhos de três contos de H.P. Lovecraft: O Que Vem Com a Lua, Dagon e Vento Frio. Com a arte de Bertho Horn.
No formato europeu, 20 por 28 cm, encapa cartão de alta gramatto dura, miolo em off set com 120 g, marcador de página e brindes exclusivos para o catarse. 124 páginas adaptando 3 contos do pai do horror cósmico.
Os primeiros apoiadores receberão um card/tarô e bookplate autografado pelo autor.
Esta HQ seria publicada independentemente do resultado da campanha, pois foi escolhida a modalidade Flex. Querendo, poderá também adquirir na Amazon, mas com entrega posterior e sem o desconto e brindes do Catarse.


sábado, 5 de março de 2022

Escritor isabelense doa livro para a Biblioteca da Câmara de Santa Isabel

O Presidente do Legislativo isabelense, vereador Alencar Galbiatti (PSD), recebeu na manhã de hoje, 04, a visita do escritor isabelense Paulo dos Santos, autor do livro “PARALIPÔMENOS DO TERCEIRO MILÊNIO”. Dos cinquenta exemplares impressos, o autor fez questão de doar um para biblioteca da Casa Legislativa.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Livro fotográfico, Santa Isabel: A história da minha cidade

Esse livro é um projeto realizado na Escola Técnica em Santa Isabel, em parceria com a UNESCO, com alunos do Segundo Ano do Ensino Médio. Isto seria uma iniciativa voltada à preservação das memórias da cidade.
Os modos e meios de vida sempre estiveram e estão presentes em nosso cotidiano, são eles que muitas vezes definem uma cultura ou uma  sociedade. Nesse livro, são abordados alguns aspectos interessantes sobre a cidade de Santa Isabel, e trazem consigo comparações de alguns pontos da cidade antigamente com atualmente, assim buscando visar com este feito a preservação das memórias de Santa Isabel.
Tiveram a contribuição de amigos dos alunos e professores que os orientaram.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Armando Machado, o grande dramaturgo e escritor inspirado por Santa Isabel

Filho de Afonso Pinto Machado e Dona Ana, catedrático em História Geral, tinha formação em Sociologia e Jornalismo sendo também dramaturgo e ator.
Escreveu duas peças de teatro “Sem prorrogação” e “Linha de Fundo” premiadas no Festival de Teatro de Tatuí e Osasco.
Machadinho era um fomentador do teatro em Santa Isabel, reunia a juventude da década de 1980 para exercitarem a arte cênica. Com seu grupo realizaram a inesquecível montagem da peça “Greta Garbo quem diria acabou no Irajá” de Fernando Melo com as participações de Homero Vallone e Marconi Oliveira entre outros.
Foi colunista nos jornais “Voz Ativa”, “Novo Tempo” e “O Ouvidor” deixando ainda escrita a obra literária “Pelos Estreitos Becos da Vida”, uma antologia de crônicas e contos baseada nas histórias de Santa Isabel.
Amante do futebol sendo são paulino roxo e goleiro do Lanifício E.C sua obra literária reflete sobre o mundo das peladas de futebol e os campos de várzea.
Machadinho também chegou a ser eleito vereador pautando seu trabalho pela ética e correção e da necessidade da cultura na cidade.
Faleceu aos 63 anos, no dia 10 de Junho de 2010 deixando um legado nas artes cênicas e na escrita.
Trabalhou com Maria das Graças Sales de Oliveira, Adali Pereira de Souza, Agnelo e padre Léo em inúmeras representações de Nelson Rodrigues. No Gabriela montou, dirigiu e atuou em "Dois perdidos em uma noite suja", até hoje elogiada por quem conheceu esse trabalho.
Era um apaixonado por futebol e de seu time São Paulo. Tanto que além disso, seu outro grande amor era a sala de aula.
Junto com outras figuras da cidade, fundou o PT de Santa Isabel. 
(...)"Enfim, apreciem ou não o meu jeito de ser, o fato é que minha existência já marcou presença em cima deste planeta onde piso cauteloso e desconfiado, mas sempre externando alegria, principalmente quando canto um partido-alto do mestre Paulinho da Viola. Assim como Machado, ....... vou somando amizades, grato pelo respeito e carinho que estas me dedicam - diga-se de passagem, de graça - bem como aceitando a rejeição de tantas outras pessoas, já que não tenho a pretensão de agradar gregos e troianos. E, como já disse, caminho sobre este planeta rogando a Deus de mãos postas, que retarde a minha partida, porque, se não tive hora marcada de chegar, não devo ter tempo de ir embora."

ARMANDO Machado, o eterno professor. Revista O Isabelense. Santa Isabel. 12 de Outubro de 2013. p. 09.