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sexta-feira, 12 de junho de 2026
domingo, 26 de abril de 2026
quarta-feira, 30 de julho de 2025
Figuras notáveis: Jurany Eleuterio Barbosa
Nasceu em Santa Isabel no dia 20 agosto de 1934, Filho de Domingos Eleuterio Barbosa e de Benedita Barbosa de Sousa.
Casou-se aos 23 anos de idade com Benedita Eleutério Barbosa, filha de Quinzinho Defonso Barbosa e Isabel Barbosa Vinagre, e desta união tiveram 11 filhos, sendo eles Maria, Benedita, Antônio, José, Luzia, Inês, Bendito, Anézio, Jair, João e Roque, que com o passar do tempo passaram a ajudar Jurany a tocar o engenho de pinga que ele herdou de seus pais, dando continuidade ao engenho da família.
Assim, ficou conhecido como “Jurany da Pinga”, que também tinha seus carros de boi, que os utilizava para ajudar no carregamento de cana de açúcar e para arar a terra. Por anos, Jurany participou, com seus carros de boi, na tradicional festa do Divino de Mogi das Cruzes, representando a cidade de Santa Isabel. Ainda, sempre se fazia presente com seus carros de boi mantendo viva a nossa cultura e tradição nos desfiles e cavalgadas da nossa cidade.
Infelizmente sua esposa Benedita, veio a falecer aos 67 anos de idade o que ocasionou grande tristeza ao Sr. Jurany, pois a amava muito, e, mesmo recebendo muito amor e consolo de seus familiares, adoeceu e veio a falecer após 1 ano e dez meses após o falecimento de sua esposa, aos 73 anos de idade.
quarta-feira, 20 de setembro de 2023
Um pouco mais sobre a geografia de Santa Isabel
Em 1879, é publicado por Manuel Eufrazio de Azevedo Marques, um apontamento no qual o município de Santa Isabel é descrito como sendo uma povoação situada a Nordeste da capital (São Paulo) da qual dista 9 léguas ou 50 km do Ribeirão Mandiú em território outrora pertencente a Mogi das Cruzes.
Segundo Ab'Saber (1952) a cidade cresceu em uma área de baixa altitude cercada por montanhas e colinas, encravada e espremida entre morros que não ultrapassavam os 300 metros. Por esse motivo, o geógrafo explica que as primeiras ruas da cidade nasceram encostadas às partes baixas das montanhas e, por essa razão, o aglomerado urbano adquiriu muito cedo uma disposição linear em função da imposição do relevo, algo que se constata quando observa-se que a estrutura urbana de Santa Isabel é marcada pelo cumprimento. Assim como ocorre nas regiões serranas do sudeste do Brasil, onde a topografia das cidade é similar, Santa Isabel foi obrigada a adotar uma estrutura que estivesse a disposição do relevo para que assim fosse possível conservar uma topografia interna suave e plana.
sábado, 5 de agosto de 2023
(Espaço Aberto MC) Futebol e samba na Vila Industrial
Os moradores atuais da Vila Industrial são, na maioria, descendentes dos operários que trabalharam na MGB/Cosim. E boa parte deles também trabalhou na empresa.
Um morador que personifica a história do bairro é Sebastião Xavier. Um dos mestres do samba de Mogi das Cruzes. Seu pai foi um dos mineiros que se mudaram para a Vila Industrial. Xavier também trabalhou na siderúrgica.
Xavier afirma que o esporte e o samba no bairro já surgiram nos tempos da instalação de siderúrgica. A MGB tinha um clube aqui, que era o Esporte Clube MGB. Os funcionários eram sócios, era descontado um valor mensal (dos funcionários) e, era o lazer que a gente tinha aqui, disse ele.
E na década de 1960, a própria MGB mantinha uma escola de samba que a Minerasil, que foi cinco ou seis vezes consecutiva campeã do Carnaval de Mogi. Então a relação do bairro com o samba já vem dessa época, continuou.
Atualmente, a escola de samba que representa o bairro no Carnaval de Mogi é a Unidos da Vila Industrial, a atual tetracampeão dos desfiles da cidade (o desfile das escolas de samba de Mogi não é realizado há três anos).
Xavier que além de compositor da Unidos da Vila Industrial, já foi presidente da escola.
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quinta-feira, 3 de agosto de 2023
(Espaçoa Aberto MC) Fotos de EM Rodolpho Mehlmann sendo campeã da competição de Xadrez na 1ª Olimpíada e Paralimpíada "Pequenos Esportistas"
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quinta-feira, 13 de abril de 2023
domingo, 1 de janeiro de 2023
Figuras notáveis: Dr. Ambrósio Guimarães Neto
No dia 26 de Fevereiro de 1982, o delegado Dr. Ambrósio Guimarães Neto depois de onze anos no comando da Delegacia de Polícia de Santa Isabel despedia-se do cargo.
Nascido em 23 de Agosto de 1939, na cidade de Cruzeiro. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito em Taubaté, no ano de 1967. Mediante concurso público 1969 foi nomeado delegado de polícia do Estado de São Paulo, entrando em exercício na profissão em 18 de Julho de 1970.
Exerceu o cargo nos municípios de Cesário Lage, Tatuí, Porangaba, Igaratá, Mogi das Cruzes e Guararema. Em Santa Isabel, exerceu no período de Fevereiro de 1971 a 26 de Fevereiro de 1982.
Por último, atuou como advogado na cidade.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
Espetáculo Drama de Santa Isabel é sucesso em Mogi
O espetáculo Drama da companhia de teatro isabelense Subteatrágicos, foi sucesso de público e crítica em Mogi das Cruzes. No Galpão Arthur Netto, com ingresso a preço popular, os jovens de Santa Isabel apresentaram um espetáculo que retrata a dramaticidade de um relacionamento, o impulso dos corpos, a euforia do amor, a solidão vivida a dois.
Audaciosos o grupo foi responsável por tudo, figurino, cenário, sonoplastia, e o texto de Horn Lima, incita questionamentos da vida, do cotidiano de um casal que vislumbra o fim do amor, mas não tem coragem para terminar. A pré-estreia ocorreu em Igaratá, na Ilha da Cultura, no dia 22 de Outubro de 2011. Quem assistiu ao espetáculo ficou tocado com a proposta do grupo, que deve como interpretes Letícia Lis e Marvin Rosa.
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
A história dos correios em Santa Isabel
Pode-se ver através do Almanaque Paulistano de 1858 que a região era servida pelo correio por via de Mogi das Cruzes 6 vezes por mês, sem entretanto atingir a Santa Isabel, o que só veio acontecer no ano seguinte de 1.859, conforme Portaria de 19-XI-1.859. Sendo a linha postal, criada no mesmo ano por via de Mogi das Cruzes conforme relatório Ministerial da Secretaria do Império referente ao ano base de 1859, publicado em 1860. Pode ser no relatório de 1862, publicado em 1863, que Santa Isabel era ainda nesta época a 3ª menor agência postal, dentre as 61 existentes na província, com uma renda de 16$000 e o vencimento do agente era de 120$000 e portanto deficitária.
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
O crítico Antônio Maurício de Sousa
"Eu vivi a minha infância entre Mogi e São Paulo, porque papai (Antonio Mauricio de Sousa) era barbeiro, poeta, jornalista e trabalhava em rádio e ele era muito envolvido com críticas sociais, políticas e religiosas. Ele tinha um jornalzinho crítico, tipo o velho Pasquim, que ele rodava no fundo da barbearia dele, em uma linotipo. E o jornal, geralmente, metia o pau nos políticos, nos poderosos e em algumas áreas da Igreja. Então, ele vivia sendo realmente expulso de Mogi. Mas eu vivi mais em Mogi do que em São Paulo. Fiz o Ginásio (atualmente Ensino Fundamental) completo na Cidade, no Instituto (de Educação Dr. Washington Luís)."
O trecho texto foi publicado em “O Diário de Mogi” de 13 de fevereiro de 2011, de palavra do próprio Maurício de Sousa. Se Antônio Maurício de Sousa era assim em Mogi das Cruzes, o que ele diria sobre Santa Isabel, sendo sua terra natal?
Antonio Mauricio de Sousa | J Ú L I O M O R E N O (wordpress.com)
domingo, 20 de setembro de 2020
(Espaço Aberto MC) A importância de Mogi das Cruzes
Em 2020, Mogi das Cruzes completou 460 anos (apenas seis anos mais nova que a capital). Como qualquer cidade ela tem sua longa história de prós e contras, gerando a imagem que essa cidade possuí hoje. Ainda assim, ele é o maior município do Alto Tietê - em extensão no Alto Tietê - e o mais populoso, o que lhe garante uma importância dentro da região. Mas não é só isso.
É a décima quinta mais populosa no estado de São Paulo, a "Terra do Caqui" - como também é conhecida - teve um crescimento elevado nos últimos anos com a chegada de importantes empresas, as quais ajudaram a formar um grande parque industrial em seus territórios.
Mas a sua história também é importante, desde sua fundação em 1 de Setembro de 1560. Segundo diz o bibliotecário Auro Malaquias dos Santos, funcionário da Biblioteca Sérvulo da Sant'Anna, em Mogi das Cruzes, o município serviu como base para a expansão colonial.
De Mogi das Cruzes, partiram bandeirantes, fundadores de cidades e exploradores de ouro. Ou seja, nem sempre pessoas de boa índole, mas necessários para a fundamentação de diversos centros urbanos como conhecemos hoje em dia. De qualquer forma ele se tornou um ponto de ligação importante na estrada para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Os mogianos participaram das revoluções de 1924 e 1932, combateram na Segunda Guerra Mundial, fornecendo 400 homens. De uma maneira geral, de 1560 a 1945, Mogi das Cruzes esteve envolvida na maior parte dos eventos históricos paulistas e nacionais, relata o historiador Santos.
O historiador e professor de história Rodrigo Rainha diz que Mogi das Cruzes é uma das áreas de várzea do Tietê, trajeto que ligava e remetia ao ponto de encontro e comercialização que se configurava à cidade de São Paulo; desde cedo era um local de ocupação.
A região era marcada por fortes tradições religiosas. Por isso a festa do Divino tem um peso tão grande nos dias atuais. E por isso, as cidades notórios, que estavam fora da produção central de café, acabaram menos conhecidos, apesar de sua condição estratégica.
A região era marcada por fortes tradições religiosas. Por isso a festa do Divino tem um peso tão grande nos dias atuais. E por isso, as cidades notórios, que estavam fora da produção central de café, acabaram menos conhecidos, apesar de sua condição estratégica.
Segundo Rainha, Mogi das Cruzes representa o Brasil plural, que se relaciona com a natureza, que vivencia um tempero histórico grande da religião. Mas notamos que isso sobre a religião, está mais ligado ao catolicismo. A paróquia e a Festa do Divino são uma cultura de mistura viva que remonta ao Brasil Império.
O maior legado de Mogi das Cruzes é sua capacidade de preservar e produzir, ainda hoje, riqueza artística, cultural, religiosa e histórica.
Muito do desenvolvimento industrial de Mogi se deve a sua ligação com o transporte ferroviário, e se ampliou com a modernização das estradas em seu território ou próximas a ela. Atualmente, há áreas em seu território destinadas especialmente para indústrias, de modo a equilibrar a qualidade de vida, a sustentabilidade e a produção territorial.
O maior legado de Mogi das Cruzes é sua capacidade de preservar e produzir, ainda hoje, riqueza artística, cultural, religiosa e histórica.
Muito do desenvolvimento industrial de Mogi se deve a sua ligação com o transporte ferroviário, e se ampliou com a modernização das estradas em seu território ou próximas a ela. Atualmente, há áreas em seu território destinadas especialmente para indústrias, de modo a equilibrar a qualidade de vida, a sustentabilidade e a produção territorial.
E a influência do Rio Tietê no desenvolvimento de Mogi das Cruzes foi muito baixa se comparada à estrada de ferro. Esta sim foi primordial no transporte de passageiros, comercial e industrial que contribuiu de forma pesada para o desenvolvimento da cidade. Hoje em dia, a ferrovia perdeu esse destaque para o transporte rodoviário.
Mas voltando um pouco no tempo, a história registra que o então príncipe regente, Dom Pedro I, durante a viagem a cavalo com sua tropa do Rio de Janeiro a São Paulo, no ano de 1822 - antes de soltar o famoso grito do Ipiranga, às margens do rio de mesmo nome - onde proclamou a independência do Brasil em 7 de Setembro, dormiu em Mogi das Cruzes.
Mas voltando um pouco no tempo, a história registra que o então príncipe regente, Dom Pedro I, durante a viagem a cavalo com sua tropa do Rio de Janeiro a São Paulo, no ano de 1822 - antes de soltar o famoso grito do Ipiranga, às margens do rio de mesmo nome - onde proclamou a independência do Brasil em 7 de Setembro, dormiu em Mogi das Cruzes.
Em sua comitiva estava o alferes mogiano Salvador Leite Ferraz.
SIQUEIRA, Will. A importância histórica de Mogi das Cruzes para o Estado de São Paulo e para o Alto Tietê. Jornal Gazeta Regional. Biritiba Mirim. 1 de Setembro de 2020. p 6.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
(Espaço Aberto Arujá) Arujá: a história
Muitas pessoas falam sobre Arujá e sua relação com Santa Isabel. Entre as frases mais corriqueiras estão “a primeira era um bairro da segunda cidade”. Depois de uma curta pesquisa vi muitas coisas sobre a cidade, menos o que tantos isabelenses costumam falar. Sim, pois nunca ouvi que isso era um fato consumado sobre a cidade.
Arujá é uma antiga povoação situada a nordeste da capital, São
Paulo. Ficando entre as serras da Cantareira e do Mar, às margens do
Baquirivu-Guaçu, com acesso principal pela Rodovia Presidente Dutra. Seu nome é
de origem tupi, e significa "abundantes de peixinhos barrigudinhos ou
guarus".
O município surgiu com um simples traçado de uma estrada
vicinal, que saía da Praça da Sé, passava pelo Brás, Penha, Guarulhos,
Bonsucesso, Arujá até chegar ao Rio de Janeiro.
O caminho era usado por tropeiros que se dispersavam pela
floresta à fora, sentido Vale do Paraíba - Rio de Janeiro. Conhecidos como
"faisqueiros", esses homens eram os responsáveis pelo contato com os
índios, além de extraírem ouro do Rio Jaguari, levando-o para Bonsucesso e de
lá para Guarulhos. Até aí, boa parte do que foi dito lembra em alguns pontos a
fazenda Morro Grande, que mais tarde se tornaria Santa Isabel.
Assim como Santa Isabel, a vila de Arujá teve origem com uma
pequena capela, de Senhor Bom Jesus, como seu padroeiro. A construção iniciou
em 1781 pelas mãos de José de Carvalho Pinto e concluída por seu irmão, capitão
João de Carvalho Pinto. Em 1852, passou a distrito do município de Mogi das
Cruzes e transferido para Santa Isabel em 1944.
Com a extração sem controle de madeira, isso contribui com a
devastação vegetal na região. Conforme investigação, em vários pontos da mancha
vegetal, existiam sulcos retangulares caracterizando grandes covas, conhecidas
como "carvoeiras". A queima de madeira em grande quantidade, coberta
com capim e terra, com um respiro numa das extremidades, acontecia durante 3
dias ou mais, transformando a madeira em carvão vegetal.
Desse modo, nos séculos XIX e XX, a flora e a fauna foi quase
que devastadas por inteiro. Enquanto isso, os próprios canteiros de
assentamento das "carvoeiras" transformaram-se em moradias, inserindo
grandes manchas de plantações de subsistência. Em consequência disso, deu-se a
origem de maiores fazendas: cafeeiras, açucareiras, etc., contribuindo para o
aparecimento das primeiras manchas urbanas, caracterizando um núcleo de
comunidade que se concentrava na antiga estrada vicinal denominada
Arujá-Bonsucesso, também conhecida como estrada São Paulo-Rio. Isso mostra como
a cidade, desde bem cedo, lidou bem com certos problemas e os contornou.
Naquele período citado anteriormente do povoamento, no trecho
que compreende ao lado da Igreja Senhor Bom Jesus de Arujá, suas margens seriam
edificadas. Permanecendo assim, quando chegamos a década de 50 no século XX ,
quando Arujá foi elevada para a categoria de município, por Lei Estadual nº
5285, de 18 de fevereiro de 1959.
Na década de 50 ainda, surgiram os primeiros loteamentos da
área central, que dariam origem aos primeiros condomínios. A expansão
prosseguiu na década de 80. Outros empreendimentos envolveram a orla central da
cidade tendendo para a direção norte e leste, sendo que esses loteamentos pertenciam
à classe mais popular. Este avanço limitou-se no divisor de mananciais e nas
superfícies íngremes, limitada a orla por uma barreira física.
Como vimos aqui, Arujá realmente tem uma ligação com Santa
Isabel. Só que ainda erramos muito sobre como esse elo ocorreu. Primeiro, como
já disse pois nem sequer sabemos direito sobre nossa própria história. Segundo,
diferente da cidade de Arujá, nós não reparamos nossas falhas.
A partir dos anos 90, além do Centro Industrial, da
arborização, dos clubes de lazer e esportes e de dois golf clubes, Arujá toma
novo impulso com a implantação de novos condomínios horizontais, aumentando a
qualidade de vida. Desde 19 de abril de 1985, Arujá adotou o codinome
"Cidade Natureza". Notamos assim, que não somente estão melhorando
financeiramente, como qualidade de vida. E não necessitamos olhar nenhum índice
de qualidade para isso. Só observamos a cidade.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
8º Cavalgada Amigos do Cavalo em Santa Isabel
Com o auxílio da Secretária Municipal de Segurança e Trânsito, aconteceu na quarta-feira, 07 de setembro de 2016 ocorreu a oitava edição da Cavalgada Amigos do Cavalo, na cidade de Santa Isabel. Um evento que retrata parte da cultura sertaneja, como o desfile dos carros de bois, que puxaram a cavalgada, seguida de charretes e centenas de cavalos.
Tiveram participantes de cidades vizinhas como Arujá, Mogi das Cruzes, Igaratá, entre outras. Foi organizado por Jair de Oliveira e Zé da Hípica.
Começaram a jornada logo de manhã ao lado do Ginásio Municipal de Esportes. Depois os grupos passaram pelas principais avenidas da cidade. Foram orientados por um caminhão de som que guiava os cavaleiros.
Teve continuidade no antigo Rancho Caipira com bastante comida típica e muita música e dança sertaneja. Reuniu a população comum e algumas autoridades municipais.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Câmara Municipal de Santa Isabel: o poder legislativo no munícipio
No ano de 1892, por Decreto Lei da Regência do Império, foi criado o município de Santa Isabel desmembrando ele do território de Mogi das Cruzes em nome do Imperador Dom Pedro II, líder do país na época. No mesmo ano, no dia 13 de novembro, o Ministro do Império Nicolas Campos Vergueiro baixou um decreto que fosse remetido à Câmara de Mogi das Cruzes uma determinação ao Juiz de Paz do Distrito que procedesse a uma eleição de vereadores para o novo município. Um procedimento padrão para que fosse mesmo uma cidade.
Esta eleição ocorreu no dia 03 de junho de 1833 na sede da Vila Santa Isabel. A Casa da Câmara foi formada inicialmente pelo presidente Capitão Antonio Rodrigues Pinto, e os seguintes secretários: Capitão Antonio Caetano de Souza e Alexandre Silva. Os Escrutinadores, responsáveis pela apuração dos votos feitos de forma manual, ou seja, através de cédulas eram: Capitão Gabriel José de Barreto de Lima e Alferes Joaquim Antonio de Godoi. Notem como a cidade, assim como o método de voto mudou desde aquela época. Era comum, naquela época, os coronéis se candidatarem aos cargos políticos. Dificilmente uma pessoa com poucas posses conseguia isso, sendo que hoje em dia isso não é nenhum problema.
Após a votação e apuração foram eleitos os seguintes vereadores: Capitão Antonio Caetano de Souza, Capitão Gabriel José Barreto de Lima, Capitão Francisco Xavier Arantes, Alferes Inácio Pereira Ramos, Capitão Antonio Rodrigues Pinto, Capitão Joaquim Antonio Mendes de Andrade, Alferes Joaquim De Souza e Francisco Ferreira de Araújo.
A posse aos primeiros vereadores foi concedida por Tiago Rodrigues Ribas, Presidente da Comarca de Mogi das Cruzes no dia 03 de julho de 1833.
Treze anos mais tarde, após a formação da Casa da Câmara, foi feita a demarcação das povoações limítrofes: Mogi das Cruzes- 27,7 km; Jacareí- 44,4km; Nazaré Paulista- 33,3 km; Patrocínio- 27,7 km, e no dia 17 de junho de 1852, Santa Isabel começou a pertencer a Jacareí pela Lei n° 22.
A Câmara Municipal de Santa Isabel fica atualmente na Praça Prefeito Hyeróclio Eloy Pessoa de Barros, 33, Jardim Monte Serrat. Próxima da escola Maria das Graças e do Ginásio de Esportes.
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