Mostrando postagens com marcador Igreja Matriz de Santa Isabel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igreja Matriz de Santa Isabel. Mostrar todas as postagens
domingo, 26 de abril de 2026
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
Sinos da Igreja Matriz de Santa Isabel
Essas imagens dos sinos da Matriz foram obtidas graças a Maria Madalena dos Santos. Ela é uma pessoa que sempre apoia meu trabalho como professor e divulgador da cultura de Santa Isabel. Obrigado.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
domingo, 5 de agosto de 2018
Festa da Padroeira e do Divino Espírito Santo
Data
|
Horário
|
Comunidades
|
Bairro
|
(28/05)
Dom
|
11:00
|
São
Benedito da Samambaia
|
Morro Grande
|
(29/05)
Seg
|
19:00
|
Santa
Terezinha do Menino Jesus
|
Tevó
|
(30/05)
Ter
|
19:00
|
Nossa
Senhora da Penha
|
Aralú
|
(31/05)
Qua
|
19:00
|
Nossa
Senhora da Piedade
|
Jardim Novo Éden
|
(02/06)
Sex
|
19:00
|
Nossa
Senhora do Rosário – Matriz/Lanifício
|
Centro
|
(04/06)
Dom
|
11:00
|
São
Carlos Barromeu
|
Pouso Alegre
|
(05/06)
Seg
|
19:00
|
Nossa
Senhora Monte Serrat
|
Jardim Monte Serrat
|
(06/06)
Ter
|
19:00
|
Santa
Tereza D’Ávila
|
Parque Santa Tereza
|
(07/06)
Qua
|
19:00
|
São
Benedito
|
13 de Maio
|
(08/06)
Qui
|
19:00
|
Nossa
Senhora Conceição Aparecida
|
Funil
|
(09/06)
Sex
|
19:00
|
Sagrado
coração de Jesus
|
Ouro Fino
|
(11/06)
Dom
|
15:00
|
Santa
Luzia
|
Pouso Alegre
|
(12/06)
Seg
|
19:00
|
Nossa
Senhora das Brotas
|
Brotas
|
(13/06)
Ter
|
19:00
|
Nossa
Senhora das Graças e Santa Cruz
|
Jaguari II
|
(14/06)
Qua
|
19:00
|
São
Roque
|
Ouro Fino
|
(16/06)
Sex
|
19:00
|
Santa
Cruz
|
Pedra Branca
|
(18/06)
Dom
|
15:00
|
São
Bento
|
Pouso Alegre
|
(19/06)
Seg
|
19:00
|
Santa
Bárbara
|
Pau Cerne
|
(20/06)
Ter
|
19:00
|
Frei
Galvão
|
Chácara Boa Vista
|
(21/06)
Qua
|
19:00
|
São
Judas Tadeu
|
Jaguari I
|
(22/06)
Qui
|
19:00
|
Santo
Angelo
|
Varadouro
|
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Linha do tempo de Santa Isabel
1723
|
A
Igreja do Rosário é fundada e serve como Matriz da cidade até ser transferida
para a paróquia que hoje conhecemos.
|
1812
|
O
povoado é elevado a freguesia. Em 25 de junho ela é chamada de Vila de Santa
Isabel.
|
1832
|
A
Vila de Santa Isabel é desmembrada de Mogi das Cruzes por ordem do governo
imperial.
|
1833
|
É
elegida a primeira câmara municipal.
|
1888
|
Antes
mesmo da Lei Aúrea ser assinada, em fevereiro desse ano os escravos da cidade
são libertos.
|
1893
|
A
vila foi elevada para o nível de município em 30 de maio.
|
1940
|
A
queda do avião no Campo do Juta (Atual localização da Escola Gabriela Freire
Lobo).
|
1966
|
Em
12 de outubro uma capela é inaugurada sob o título de Nossa Senhora
Aparecida.
|
1986
|
Em
12 de outubro é decretada como paróquia a Igreja de Nossa Senhora Aparecida
(Aparecidinha).
|
1987
|
Em
18 de junho ocorre o Holocaust Festival no Ginásio de Esportes. Com as bandas
Dorsal Atlântica, Megaton, Anthares, Atomica e Sepultura.
|
1988
|
É
começada a construção de um salão e da casa paroquial para a Igreja de Nossa
Senhora Aparecida.
|
1999
|
Padre
Gabriel Gonzaga Bina, junto com o arquiteto Manoel Benedito Barbosa e membros
da comunidade elaboram o projeto da nova cúpula para a igreja.
|
2004
|
Ocorre
a reforma da Igreja do Rosário.
|
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Fotos da Festa do Divino Espírito Santo e da Padroeira Santa Isabel (23 de junho e 04 de julho em 2017)
terça-feira, 4 de julho de 2017
Padre João Orlando da Cruz
Padre João Orlando da Cruz, difícil encontrar palavras para descrever a enorme saudade que ele deixou ao partir em 04 de janeiro de 2001, e o sentimento de desamparo que tomou conta da paróquia Santa Isabel e de toda cidade, afinal, foram quarenta anos de convivência e dedicação aos isabelenses e à cidade que ele passou a chamar de sua também. Muitos o consideravam como parte da família, porque por suas mãos foram batizados, crismados e casados. Em certas ocasiões dizia que se sentia como um avô da cidade toda, porque havia realizado incontáveis casamentos de jovens que depois se tornaram pais e tiveram filhos, então batizou esses filhos, os casou e ainda batizou o filho desses filhos, enfim, acompanhou e participou da formação de muitas famílias. Padre João Orlando da Cruz nasceu em 16 de julho de 1930, em São José dos Campos, ingressou no seminário ainda menino pelas mãos do Monsenhor Luiz Gonzaga Alves Cavalheiro, ordenou-se padre em 29 de junho de 1957 e depois de três anos, em 14 de fevereiro de 1960, veio para Santa Isabel para ficar apenas seis meses, mas acabou ficando por quarenta anos. Durante o período que esteve à frente da Paróquia Santa Isabel dedicou-se com amor e responsabilidade às atividades da igreja e da comunidade, reorganizou todas as congregações religiosas, dando-lhes nova vida e novo ânimo, trabalhou muito na assistência e promoção humana. Suas ações contribuíram para a formação religiosa de muitas pessoas, tornando também a Paróquia de Santa Isabel um modelo de evangelização, trabalho e organização em toda Diocese de Mogi das Cruzes, a qual faz parte. Por ocasião de suas Bodas de Prata foi-lhe outorgado o título de cidadão isabelense, com direito e justiça, e como forma de reconhecimento pelos anos de dedicação à cidade. Como derradeira homenagem, em 10 de janeiro de 2002, por indicação de Ademar Barbosa, vereador à época, a antiga Rua Karibê passou a se chamar Rua Padre João Orlando da Cruz.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Igreja do Rosário
Muitos dos dados obtidos aqui foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel. Então, tenho que dar o crédito devido.
Quem passa de frente a Igreja do Rosário nem imagina do que estou falando aqui.
Segundo o Livro Tombo da Paróquia é a igreja mais antiga do Alto Tietê. Inaugurada em 1723 servindo de Matriz, até ser transferida para a Igreja Matriz como a conhecemos. A sua construção feita pelas mãos de escravos era originalmente feita de taipa (técnica de construção antiga onde se usa barro e cascalho para a estrutura). O altar, tem dois púlpitos que abrigam a imagem de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. Na área esquerda existe uma imagem de Nosso Senhor dos Passos.
Além dos registros escritos que existiam, provando a construção como obras de escravos, outros indícios mostram isso. Um desses fatos é que os santos padroeiros da igreja, seriam adotados pelos negros como protetores. Sem contar a grade que existia antes, separando os negros do brancos, vestígio do período colonial escravista.
A igreja ainda tem dois balcões laterais, onde a aristocracia da época assistia a missa. Na reforma de 2004, buscou-se restaurar as cores mais próximas de seus tons originais.
Muitos dos dados obtidos aqui
foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel.
Então, tenho que dar o crédito devido. Uma curiosidade sobre a
igreja: a pedra fundamental da cidade permanece lá. Como assim? Já explicarei.
Essa peça é colocada como primeira peça de uma construção ou edifício, muitas
vezes funcionando como uma cápsula do tempo. Após conversar com algumas pessoas
da igreja e da área cultural (já que não possuímos um registro público desde a queima
dos documentos da cidade), descobri que ela permanece no local. Quando ocorreu
a reforma, a única coisa que não mexeram foi o piso, onde esse item segundo
informações está.
Muitos dos dados obtidos aqui
foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel.
Então, tenho que dar o crédito devido. Uma curiosidade sobre a
igreja: a pedra fundamental da cidade permanece lá. Como assim? Já explicarei.
Essa peça é colocada como primeira peça de uma construção ou edifício, muitas
vezes funcionando como uma cápsula do tempo. Após conversar com algumas pessoas
da igreja e da área cultural (já que não possuímos um registro público desde a queima
dos documentos da cidade), descobri que ela permanece no local. Quando ocorreu
a reforma, a única coisa que não mexeram foi o piso, onde esse item segundo
informações está.segunda-feira, 4 de abril de 2016
A Paixão de Cristo: a peça que emociona Santa Isabel
Já se passaram as festividades, assim como a peça em si. Só que contudo, todavia, entretanto, eu precisava mesmo falar dessa que é uma das mais belas tradições da cidade. Trazendo espectadores até mesmo de fora da cidade. A encenação da Paixão de Cristo.
Todos conhecemos determinadas histórias. Sejam de caráter real ou não. Inclusive as de cunho religioso. Muitas vezes, são esquecidas outras não. Em especial, numa cidade com uma carga extremamente grande de religiosidade católica temos muitos fiéis que ainda mantém suas crenças em certos aspectos da Bíblia. Até mesmo os protestantes possuem uma grande admiração por alguns aspectos dos evangelhos do novo testamento. E lógico os mais valiosos, segundo os religiosos, são aqueles que tratam sobre a vida e morte de Jesus Cristo.
A Paixão de Cristo, é o termo usado para descrever os sofrimentos - físicos, emocionais e espirituais - de Jesus que antecederam seu "julgamento" e execução. Se comemora esse fato na Semana Santa. Podemos ler sobre isso nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Aqui em Santa Isabel, todos os anos, na Sexta Feira Santa, temos a encenação da Paixão de Cristo. Nela temos uma interpretação de como foram aqueles últimos dias do Messias, além de sua crucificação e ressurreição. E já temos mais de dez anos dessa peça! Algo que reúne 10.000 espectadores no mínimo! Não é para qualquer um. Na Praça 1.812 de frente a Igreja Matriz é que esses fatos são encenados.
Tivemos entre os diretores Neto Maia, Emerson Bicudo e Iuri Rodrigues. Esse ano, Emerson voltou ao comando da peça. E seguindo uma mensagem bíblica no Evangelho de João, que é "Eu vim para que todos tenham vida".
Além da liderança de Emerson Bicudo, temos seu texto e adaptação, direção executiva de Homero Vallone, operação de som e luz de "Cabeça" Ultramari, como contra regra João Pedro Oliveira, figurino de Kátia Fornaziero, maquiagem e cabelo de Bene Marcondes, consulta histórica de Adelson Jesus, consulta teológica de Fabiana de Sousa. Sem contar com um grande grupo no elenco trabalhado por um pouco mais de um mês treinando. E se tornou uma tradição entre os isabelenses pelo fato que a peça esta aqui na cidade desde 2000! 16 anos! Se isso não é tradição, eu não sei mais o que é!
Mas mais que qualquer coisa fenomenal ou milagrosa, a história de Jesus Cristo, desde sua juventude até o seu fim, é mais que isso. É uma narrativa onde o amor esta por toda a parte. Que mais do que forças sobrenaturais, o maior dom dos homens esta no seu coração. E que devemos aprender com Jesus o significado disso e do sacrifício por outrem.
Admirem essa peça no próximo ano.
Admirem essa peça no próximo ano.
Assinar:
Postagens (Atom)


































