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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Sinos da Igreja Matriz de Santa Isabel







Essas imagens dos sinos da Matriz foram obtidas graças a Maria Madalena dos Santos. Ela é uma pessoa que sempre apoia meu trabalho como professor e divulgador da cultura de Santa Isabel. Obrigado.

domingo, 5 de agosto de 2018

Festa da Padroeira e do Divino Espírito Santo

Data
Horário
Comunidades
Bairro
(28/05) Dom
11:00
São Benedito da Samambaia
Morro Grande
(29/05) Seg
19:00
Santa Terezinha do Menino Jesus
Tevó
(30/05) Ter
19:00
Nossa Senhora da Penha
Aralú
(31/05) Qua
19:00
Nossa Senhora da Piedade
Jardim Novo Éden
(02/06) Sex
19:00
Nossa Senhora do Rosário – Matriz/Lanifício
Centro
(04/06) Dom
11:00
São Carlos Barromeu
Pouso Alegre
(05/06) Seg
19:00
Nossa Senhora Monte Serrat
Jardim Monte Serrat
(06/06) Ter
19:00
Santa Tereza D’Ávila
Parque Santa Tereza
(07/06) Qua
19:00
São Benedito
13 de Maio
(08/06) Qui
19:00
Nossa Senhora Conceição Aparecida
Funil
(09/06) Sex
19:00
Sagrado coração de Jesus
Ouro Fino
(11/06) Dom
15:00
Santa Luzia
Pouso Alegre
(12/06) Seg
19:00
Nossa Senhora das Brotas
Brotas
(13/06) Ter
19:00
Nossa Senhora das Graças e Santa Cruz
Jaguari II
(14/06) Qua
19:00
São Roque
Ouro Fino
(16/06) Sex
19:00
Santa Cruz
Pedra Branca
(18/06) Dom
15:00
São Bento
Pouso Alegre
(19/06) Seg
19:00
Santa Bárbara
Pau Cerne
(20/06) Ter
19:00
Frei Galvão
Chácara Boa Vista
(21/06) Qua
19:00
São Judas Tadeu
Jaguari I
(22/06) Qui
19:00
Santo Angelo
Varadouro
Nos meses de maio e junho de 2017, ocorreu a Vigésima Nona Visita da Imagem Peregrina e a Bandeira do Divino Espírito Santo na comunidades. Organizada pela Paróquia Santa Isabel desse ano.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Linha do tempo de Santa Isabel

1723
A Igreja do Rosário é fundada e serve como Matriz da cidade até ser transferida para a paróquia que hoje conhecemos.
1812
O povoado é elevado a freguesia. Em 25 de junho ela é chamada de Vila de Santa Isabel.
1832
A Vila de Santa Isabel é desmembrada de Mogi das Cruzes por ordem do governo imperial.
1833
É elegida a primeira câmara municipal.
1888
Antes mesmo da Lei Aúrea ser assinada, em fevereiro desse ano os escravos da cidade são libertos.
1893
A vila foi elevada para o nível de município em 30 de maio.
1940
A queda do avião no Campo do Juta (Atual localização da Escola Gabriela Freire Lobo).
1966
Em 12 de outubro uma capela é inaugurada sob o título de Nossa Senhora Aparecida.
1986
Em 12 de outubro é decretada como paróquia a Igreja de Nossa Senhora Aparecida (Aparecidinha).
1987
Em 18 de junho ocorre o Holocaust Festival no Ginásio de Esportes. Com as bandas Dorsal Atlântica, Megaton, Anthares, Atomica e Sepultura.
1988
É começada a construção de um salão e da casa paroquial para a Igreja de Nossa Senhora Aparecida.
1999
Padre Gabriel Gonzaga Bina, junto com o arquiteto Manoel Benedito Barbosa e membros da comunidade elaboram o projeto da nova cúpula para a igreja.
2004
Ocorre a reforma da Igreja do Rosário.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Padre João Orlando da Cruz

Padre João Orlando da Cruz, difícil encontrar palavras para descrever a enorme saudade que ele deixou ao partir em 04 de janeiro de 2001, e o sentimento de desamparo que tomou conta da paróquia Santa Isabel e de toda cidade, afinal, foram quarenta anos de convivência e dedicação aos isabelenses e à cidade que ele passou a chamar de sua também. Muitos o consideravam como parte da família, porque por suas mãos foram batizados, crismados e casados. Em certas ocasiões dizia que se sentia como um avô da cidade toda, porque havia realizado incontáveis casamentos de jovens que depois se tornaram pais e tiveram filhos, então batizou esses filhos, os casou e ainda batizou o filho desses filhos, enfim, acompanhou e participou da formação de muitas famílias. Padre João Orlando da Cruz nasceu em 16 de julho de 1930, em São José dos Campos, ingressou no seminário ainda menino pelas mãos do Monsenhor Luiz Gonzaga Alves Cavalheiro, ordenou-se padre em 29 de junho de 1957 e depois de três anos, em 14 de fevereiro de 1960, veio para Santa Isabel para ficar apenas seis meses, mas acabou ficando por quarenta anos. Durante o período que esteve à frente da Paróquia Santa Isabel dedicou-se com amor e responsabilidade às atividades da igreja e da comunidade, reorganizou todas as congregações religiosas, dando-lhes nova vida e novo ânimo, trabalhou muito na assistência e promoção humana. Suas ações contribuíram para a formação religiosa de muitas pessoas, tornando também a Paróquia de Santa Isabel um modelo de evangelização, trabalho e organização em toda Diocese de Mogi das Cruzes, a qual faz parte. Por ocasião de suas Bodas de Prata foi-lhe outorgado o título de cidadão isabelense, com direito e justiça, e como forma de reconhecimento pelos anos de dedicação à cidade. Como derradeira homenagem, em 10 de janeiro de 2002, por indicação de Ademar Barbosa, vereador à época, a antiga Rua Karibê passou a se chamar Rua Padre João Orlando da Cruz.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Igreja do Rosário



Muitos dos dados obtidos aqui foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel. Então, tenho que dar o crédito devido.
Quem passa de frente a Igreja do Rosário nem imagina do que estou falando aqui.
Segundo o Livro Tombo da Paróquia é a igreja mais antiga do Alto Tietê. Inaugurada em 1723 servindo de Matriz, até ser transferida para a Igreja Matriz como a conhecemos. A sua construção feita pelas mãos de escravos era originalmente feita de taipa (técnica de construção antiga onde se usa barro e cascalho para a estrutura). O altar, tem dois púlpitos que abrigam a imagem de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. Na área esquerda existe uma imagem de Nosso Senhor dos Passos. 
Além dos registros escritos que existiam, provando a construção como obras de escravos, outros indícios mostram isso. Um desses fatos é que os santos padroeiros da igreja, seriam adotados pelos negros como protetores. Sem contar a grade que existia antes, separando os negros do brancos, vestígio do período colonial escravista.
A igreja ainda tem dois balcões laterais, onde a aristocracia da época assistia a missa. Na reforma de 2004, buscou-se restaurar as cores mais próximas de seus tons originais.
Muitos dos dados obtidos aqui foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel. Então, tenho que dar o crédito devido. Uma curiosidade sobre a igreja: a pedra fundamental da cidade permanece lá. Como assim? Já explicarei. Essa peça é colocada como primeira peça de uma construção ou edifício, muitas vezes funcionando como uma cápsula do tempo. Após conversar com algumas pessoas da igreja e da área cultural (já que não possuímos um registro público desde a queima dos documentos da cidade), descobri que ela permanece no local. Quando ocorreu a reforma, a única coisa que não mexeram foi o piso, onde esse item segundo informações está.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A Paixão de Cristo: a peça que emociona Santa Isabel


Já se passaram as festividades, assim como a peça em si. Só que contudo, todavia, entretanto, eu precisava mesmo falar dessa que é uma das mais belas tradições da cidade. Trazendo espectadores até mesmo de fora da cidade. A encenação da Paixão de Cristo.
Todos conhecemos determinadas histórias. Sejam de caráter real ou não. Inclusive as de cunho religioso. Muitas vezes, são esquecidas outras não. Em especial, numa cidade com uma carga extremamente grande de religiosidade católica temos muitos fiéis que ainda mantém suas crenças em certos aspectos da Bíblia. Até mesmo os protestantes possuem uma grande admiração por alguns aspectos dos evangelhos do novo testamento. E lógico os mais valiosos, segundo os religiosos, são aqueles que tratam sobre a vida e morte de Jesus Cristo.
A Paixão de Cristo, é o termo usado para descrever os sofrimentos - físicos, emocionais e espirituais - de Jesus que antecederam seu "julgamento" e execução. Se comemora esse fato na Semana Santa. Podemos ler sobre isso nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Aqui em Santa Isabel, todos os anos, na Sexta Feira Santa, temos a encenação da Paixão de Cristo. Nela temos uma interpretação de como foram aqueles últimos dias do Messias, além de sua crucificação e ressurreição. E já temos mais de dez anos dessa peça! Algo que reúne 10.000 espectadores no mínimo! Não é para qualquer um. Na Praça 1.812 de frente a Igreja Matriz é que esses fatos são encenados.
Tivemos entre os diretores Neto Maia, Emerson Bicudo e Iuri Rodrigues. Esse ano, Emerson voltou ao comando da peça. E seguindo uma mensagem bíblica no Evangelho de João, que é "Eu vim para que todos tenham vida".
Além da liderança de Emerson Bicudo, temos seu texto e adaptação, direção executiva de Homero Vallone, operação de som e luz de "Cabeça" Ultramari, como contra regra João Pedro Oliveira, figurino de Kátia Fornaziero, maquiagem e cabelo de Bene Marcondes, consulta histórica de Adelson Jesus, consulta teológica de Fabiana de Sousa. Sem contar com um grande grupo no elenco trabalhado por um pouco mais de um mês treinando. E se tornou uma tradição entre os isabelenses pelo fato que a peça esta aqui na cidade desde 2000! 16 anos! Se isso não é tradição, eu não sei mais o que é!
Mas mais que qualquer coisa fenomenal ou milagrosa, a história de Jesus Cristo, desde sua juventude até o seu fim, é mais que isso. É uma narrativa onde o amor esta por toda a parte. Que mais do que forças sobrenaturais, o maior dom dos homens esta no seu coração. E que devemos aprender com Jesus o significado disso e do sacrifício por outrem.
Admirem essa peça no próximo ano.