quinta-feira, 23 de julho de 2026

Coluna Paul In Society sobre a Coleção Autoral Grito de Vitória


 

(Espaço Aberto Igaratá) Igarataenses ficam entre os melhores do estado em festival de artes

Os irmãos David e Allan Guglielmoni se destacaram no Festival Enreda, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo e foram premiados na disputa artística que envolveu mais de 220 municípios. Igaratá é a única cidade que conquistou duas premiações na categoria artes plásticas.
A iniciativa é uma realização do governo estadual por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, em parceria com o PROAC e o Governo Federal, viabilizado pela Lei Aldir Blanc e organizado e produzido pela SubverCia.
David representou a história de Igaratá no início dos anos 60, com a criação da Represa do Jaguari com a finalidade de atender as necessidades da população ribeirinha do Vale do Paraíba, criando uma nova cidade em 1969. No quadro, Davi, representou as duas fases do Município. Com a ilustração da Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio, retratou um jardim frontal em forma de relevo, o qual assemelha-se a uma canoa. Logo abaixo, um carro de boi lembra a Velha Igaratá.
Já a obra do artista plástico Allan retrata com riqueza de detalhes o ciclo da colheita do café no Vale do Paraíba em meados de 1950, quando ocorreu o auge da colheita, seguido do processo de ensacamento, extração feita pela mão de obra escrava e o transporte, que na época, era precário, realizada por meio de tropas e animais.
Outro detalhe que chama a atenção e remete ao Município igarataense é um cavalo esculpido com todo cuidado, retratando o animal bebendo água no rio Paraíba do Sul, quando acontecia as paradas dos tropeiros para o descanso, no trajeto entre Rio de Janeiro e São Paulo.

(Espaço Aberto Arujá) III Festival Caravanas da Dança

O objetivo era realizar um grande encontro de bailarinos ligados à dança e cultura árabe. Levando ao conhecimento do público em geral, a diversidade folclórica e técnica, despertando o interesse da sociedade em conhecer um pouco mais dessa rica cultura e suas tradições.
A realização de um concurso de dança estimula a técnica e os valores implicados no ato de dançar, como a socialização, a criatividade, o autoconhecimento e a capacidade de reflexão e de expressão. A escolha dessa produção num espetáculo fez com que os resultados desse trabalho possam ser compartilhados com a comunidade de bailarinos. 
O alvo era público em geral, famílias, além dos grupos de danças, bailarinas, professoras de danças étnicas e simpatizantes.
Foi realizado no dia 27 de Julho de 2014. Foi no CEMFORPE, correspondendo a todas as expectativas para o evento fosse um sucesso, seu amplo espaço acomodou toda a estrutura do evento. 
Realizaram uma estrutura semelhante a uma feira de exposições, com estandes direcionados ao tema, aberto ao público, com apresentações interruptas de vários segmentos dessa cultura, como música, dança, atendimentos com oráculos e praça de alimentação com comidas típicas. Reuniram todos os profissionais ligados a dança árabe e seus segmentos, para que possam trocar informações e aprender um pouco mais dessa cultura milenar, que é tão bela e incompreendida. Esclarecendo se elimina o preconceito. Além de promover um intercâmbio cultural em nossa cidade. 
O evento se iniciou às 8h, com encerramento as 21h30h.
A organização do evento e toda sua responsabilidade pela programação cultural e seleção de expositores, fica a critério da professora Karin Calil Atallah e professora Erika Geanne.