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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Cartazes de Feira Itinerante de Artesanato em Santa Isabel (31 de Janeiro até 9 de Fevereiro de 2026)
sábado, 17 de janeiro de 2026
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de maio de 2025
Santa Isabel é uma ilha asfaltada, cercada de verde por todos os lados, por Mauro Morini
A cidade não tem um parque pra se fazer piquenique, caminhar, meditar, namorar. Não tem árvores nas ruas. Praças, tem três, pequenininhas: da Bandeira, Fernando Lopes e dos Expedicionários.
Vejo pessoas caminhando ou correndo na Marginal do Ribeirão Araraquara e acho uma judiação, que com tantos lugares bonitos ao redor e com eleições municipais acontecendo regularmente a cada quatro anos, a gente ainda não elegeu ninguém que além de fazer política pessoal, olhe com amor pra esta cidade.
Há quem diga que o centro não tem parque por estar espremido no meio de morros. Mas quem disse que um parque necessariamente tem que ser plano? No mínimo tem que ter cara de parque, senão fica que nem as nossas pracinhas. Então pergunto, porque não um parque linear? Pergunto e já digo que esse lugar existe, ou à revelia do poder publico, está sendo inventado.
A cada dia vejo mais e mais pessoas correndo, caminhando, andando de bicicletas pelos acostamentos da SP-56, quando poderíamos ter um parque linear entre as águas do ribeirão e o asfalto da rodovia, pelo menos do 13 de Maio até o Cantagalo. 2 quilômetros, se tanto.
A SP-56 é o caminho da minha casa e passando por ali sempre penso cá com meus botões: Feliz é o turista que chega a Santa Isabel por esta estrada, porque a entrada oficial da cidade, a Variante, é um descalabro. Vi que mais uma vez estão mexendo no canteirinho central da Coronel Bertoldo, mas isso só não basta a uma cidade com pretensões turísticas.
Faço então um convite a você, caro leitor, e também aos membros do Comtur, pra tirar a bunda da cadeira e vir ver na SP-56, como deve ser a entrada de uma cidade que se diz turística. Se tiver disposição, caminhe, corra ou vá de bicicleta pelo menos até a nossa divisa com Arujá. Dali pra diante não é a mesma coisa. Muda a paisagem, até o ar não parece o mesmo.
Por isso, fico triste quando vejo que, com um lugar tão bonito e praticamente no centro da cidade, pessoas que gostam ou por problemas de saúde. precisam correr e caminhar, tenham que fazer isso na Marginal do Araraquara, quando poderiam fazer isso inicialmente, pelo menos até o Cantagalo, ao lado do próprio Araraquara bem menos poluído e desfrutando uma paisagem de belos morros cobertos por belas reservas particulares de mata nativa preservada. Lugar bonito desses que enriquecem a alma. Lugar arejado como deve ser um parque.
A Marginal melhorou muito, mas ainda assim, não sei se é mais feia que a Variante. Arrisco dizer que há um empate. Olhando as pessoas a caminhar por ali, fico pensando se ao ver aqueles fundos de quintais, aquelas construções, muitas oficiais, com suas palafitas dentro do ribeirão, elas não se perguntam por que nunca se respeitou aquela lei que antigamente se chamava “faixa da marinha”. Se você cidadão consciente reparar que unindo todos esses fundos de quintais, ali poderia haver um parque que hoje o centro da cidade não tem. Planejar é preciso, a cidade cresce, as necessidades são outras.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2021
Quando tentaram defender as árvores do centro de Santa Isabel
Um grupo de aproximadamente 30 pessoas, a maioria composta por jovens, fez um protesto no dia 17 de junho de 2011, na Praça Fernando Lopes, local onde já foi a sede da prefeitura de Santa Isabel (atualmente é o Paço Municipal. Munidos com giz, eles escreveram nos tapumes da Praça frases de protestos. Por exemplo: “As crianças plantam árvores e a prefeitura corta!”. “Cadê nossas árvores?”. “A prefeitura não respeita a natureza!”, entre outras frases. Eles entregaram à população um panfleto repudiando o corte das árvores. Algumas árvores da praça já foram cortadas caso dos chorões, e ao que tudo indica a maioria das árvores do local serão derrubadas, pois funcionários a serviço da prefeitura rebaixaram o piso da praça e deixaram as raízes das árvores expostas, ou seja, com a raiz à flor da terra a sustentação das árvores ficou comprometida. O mentor intelectual do protesto, um jovem de 22 anos, que não quis informar seu nome, disse que seu apelido é Marvin (Mas que conhecemos com Ban, Marcos, artista conhecido por suas poesias e textos, além de atuações em peças de teatro como Negro Amor). Ele falou que na condição de cidadão se sente agredido com os cortes de árvores. Disse ainda que as praças de Santa Isabel ficaram descaracterizadas e que as árvores, além do paisagismo, significavam cultura, e pergunta. “Quantas pessoas não passaram sua infância debaixo dessas árvores?”.
A prefeitura de Santa Isabel indo as praças da região central do município, informa que fez “reformas” em pelos menos quatro praças, onde literalmente árvores tombaram e o cimento no formato de bloquetes encobriu a terra. Onde havia árvores, agora existe folhagens, onde havia terra, agora existe cimento. As praças ficaram descaracterizadas e a população indignada não aprova as tais reformas. O canteiro central do Treze de Maio virou um terrão ao custo de mais de 100 mil reais. Hoje em dia, quase ninguém reclama de como está o lugar. Uma das praças do bairro Eldorado ficou mais de 100 mil reais. Praças pequenas, caso dos Expedicionários e do Brotas custaram aos cofres municipais mais de 30 mil reais.
sábado, 11 de maio de 2019
Ação em prol da comunidade da Igreja Adventista de Santa Isabel
Sempre achei que a igreja pode e deve servir para salvar vidas. De forma figurada e literal. E são com pequenas ações que mudam o mundo. A Igreja Adventista de Santa Isabel faz isso.
Antes de tudo vou citar um fato curioso que me emocionou sobre o grupo: recentemente, eu soube que existem duas igrejas.
Até seis meses atrás, a Adventista era uma única igreja. Contudo, com o grande número de fiéis, ela se dividiu fisicamente: no Centro e no Eldorado. Escrevo assim, pois o contato entre ambas é como se continuassem uma só. Coisa rara nas religiões em grandes cidades até. Já que as duas comunidades religiosas, mesmo afastadas, respondem como uma.
E ai vem o fato que queria citar aqui. Todo primeiro e último sábado de cada mês, eles fazem um café comunitário. Um deles é feito na Galeria (de frente ao Paço Municipal) e outro é feito no ponto final do Eldorado. Sendo que muitas vezes, os dois grupos, como dito antes, colaboram entre si. Com jovens dispostos a fazer a diferença.
E não é só isso. Mostrando que é um grupo aberto a colaboração de quem quiser. Já tiveram colaboração de grupos como da umbanda e outras denominações, com qualquer tipo de doação. Mostrando um respeito religioso que muitas pessoas poderiam ter na cidade.
Assim ajudando as pessoas no município.
Nota pessoal.: Eu coloquei isso aqui pois vocês precisam ouvir. PREFEITURA PARE TE LEVAR OS CRÉDITOS POR ORGANIZAÇÕES DA CIDADE. Soube que no Dia do Trabalho vocês tomaram os "louros do evento" para si. Os jovens estão todos os meses lá, fazendo algo bom. Enquanto vocês, nem para fazer uma ponte estão servindo.
Apoiem MESMO grupos como da adventista. Não fiquem só no "tapinha nas costas".
A prefeitura se retratou recentemente. Mas ainda não tira o fato que ela rouba a glória de outros grupos. Muitas vezes.
A prefeitura se retratou recentemente. Mas ainda não tira o fato que ela rouba a glória de outros grupos. Muitas vezes.
domingo, 7 de abril de 2019
Black Day: O que é isso? (E eu não sabia o que era isso...)
Após descer no Centro, eu vi um grupo de jovens reunidos na Praça Fernando Lopes, atrás do Paço Municipal. Qual não foi minha surpresa ao notar em alguns deles com camisetas de animes, máscaras de personagens como Tobi (da obra Naruto), tiaras de animaizinhos, entre outros apetrechos. Sem contar uma mesa com som tocando sucessos de k-pop. Aquilo era o Black Day.
O nome do evento foi inspirado no feriado Sul-Coreano “Black Day”, que ocorre todos os anos no começo de Abril. Este dia é o oposto do “White Day” (O dia dos namorados na coreia, também conhecido como “Pepero Day”, que acontece no dia 11/11 todos os anos).
Sendo assim o Black Day equivale mais ou menos a um “Dia dos solteiros”, onde amigos se reúnem e saem juntos para comer e se divertir.
Foi planejado com muito amor e carinho pra todos os fãs de Cultura Geek, não é só para K-poppers, não é só para Otakus, não é só para nerds, é para todo mundo!
Ao que parece, o evento ocorre em países orientais e teria origem na Coréia do Sul. Seria o dia dos solteiros.
A loja K.Point Store organiza esse evento mensalmente. Além de tudo que falei eles vendem produtos de diversos tipos, incluindo aqueles que são relacionados a k-pop e doramas, entre outras coisas. Várias atividades ocorrem no dia, como brincadeiras e concursos de cosplay.
A K.Point Store fica no Shopping Velho.
O evento vai das 12:00 as 19:00 hrs.
domingo, 5 de agosto de 2018
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