Mostrando postagens com marcador fauna. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fauna. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

(Espaço Aberto Igaratá) Um pouco sobre a biodiversidade de Igaratá e sua importância

Igaratá abriga uma biodiversidade rica, com áreas da Mata Atlântica preservada, fauna diversificada e trilhas ecológicas. Esses elementos reforçam o apelo do município para ecoturistas e entusiastas da natureza. O equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental é um dos desafios que a administração municipal rem enfrentado com sucesso, promovendo iniciativas sustentáveis.
Nos últimos anos, a cidade tem registrado avanços em infraestrutura e qualidade de vida para seus moradores. A diversificação da economia, impulsionada pelo turismo e pela proximidade com a Região Metropolitana do Vale do Paraíba, posiciona Igaratá como uma cidade de grande potencial de crescimento.

segunda-feira, 8 de julho de 2024

As aves de Santa Isabel

Em minha pesquisa sobre a cultura de Santa Isabel, eu sabia que precisava procurar sobre algumas coisas a mais. Além da história, pesquisei sobre geografia, literatura, lendas e mitos e biologia. Especialmente, nesse último, com relação a fauna e flora.
Quando fui a Secretária do Meio Ambiente, no começo de 2021 (já tinha ido até lá na gestão passada) eu pedi uma relação da fauna e flora de Santa Isabel. Não recebi nenhuma informação. Então, eu comecei a procurar por conta própria alguns aspectos da natureza isabelense.
Segundo alguns, teríamos uma árvore que só nasce em Santa Isabel, Igaratá e Nazaré Paulista, mas ao qual nunca encontrei.
Enfim, fui encontrando algumas imagens de aves pela cidade. Já que criam um fascínio nas pessoas e nos fazem querer registrar seres que dominam o ar de formas diversas. Demorei muito para verificar isso, mas formulei uma relação de alguns desses animais, pois não tenho esse conhecimento específico. Mas precisava fazer isso.
Entre os pássaros que encontrei foram:

Socó;
Urubu;
Lavadeira mascarada;
Garça branca pequena;
Gralha-preta;
Coruja suindara (Tyta furcata);
Urutau;
Anum preto;
Anum branco;
Tucano;
Maritaca;
Saracura;
Pavó;
Araponga

Recentemente, por incrível que pareça, a gestão de Santa Isabel, trouxe pessoas com informações sobre pássaros. Ao qual, tive a chance de receber um "Passaporte Aves de São Paulo", que serve para observadores de pássaros registrarem os animais vistos. Eu o usei de outro modo: entrei em contato com pessoas de sítios, questionando se já viram as aves ali registradas. Então, abaixo, vemos uma seleção dessas aves.
Observação: não posso afirmar que essas aves ainda existam no território. Isso seria uma obrigação do Meio Ambiente.

  • Marreca-cricri (Anas versicolor)
  • Saracura-do-banhado (Allus sanguinolentus)
  • Pica-pau-de-cabeça-amarela (Celeus flavescens)
  • Coruja-orelhuda (Asio clamator)
  • Beija-flor-dourado (Hylocharis chrysura)
  • João-bobo (Nystalus chacuru)
  • Tico-tico-rei (Coryphospingus cucullatus)
  • Pica-pau-rei (Campephilus robustus)
  • Bigodinho (Sporophila lineola)
  • Andorinha-do-rio (Tachycineta albiventer)
  • Beija-flor-de-veste-preta (Anthracothorax nigricollis)
  • Beija-flor-rubi (Heliodoxa rubricada)
  • Sanhaço-frade (Stephanophorus diadematus)
  • Caneleirinho-de-chapéu-preto (Piprites pileata)
  • Tangará (Chiroxiphia caudata)
  • Alma-de-gato (Piaya cayana)
  • Pica-pau-dourado (Piculus aurulentus)
  • Trinca-ferro (Saltator similis)
  • Barbudinho (Phylloscartes eximus)
  • Periquito-verde ou Periquito-rico (Brotogeris tirica)
  • Garça-branca-grande (Ardea alba)
  • Marreca-pardinha (Anas flavirostris)
  • Seriema (Cariama cristata)
  • Tucanuçu ou Tucano (Ramphastos toco)
  • Batuira-de-bando (Charadrius semipalmatus)
  • Guará (Eudocimus ruber)
  • Sanhaço-do-coqueiro (Tangara palmarum)
  • Benedito-de-testa-amarela (Melanerpes flavifrons)
  • Jacutinga ou Jacu (Aburria jacutinga)
  • Beija-flor-preto (Florisuga fusca)
  • Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)
  • Tiê-Sangue ou Sanhaço-vermelho (Ramphocelus bresilius)
  • Canário-do-mato (Myiothlypis flaveola)
  • João-de-barro (Furnarius rufus)
  • Beija-flor-tesoura (Eupetomena macroura)
  • Sabiá-laranjeira (Turdus rufentris)
  • Canário-da-terra (Sicalis flaveola)

sábado, 18 de junho de 2022

Como Santa Isabel trata sua fauna e flora?

Um dos piores momentos em Santa Isabel ocorrido em 2011, foi a destruição de várias árvores que compunham algumas praças isabelenses, caso da Praça dos Expedicionários e da Praça do Bairro Brotas. O ato promovido pela prefeitura gerou perplexidade e indignação ao povo isabelense. E como podem ver em outro texto, deve atos contra, até mesmo de artistas como Mavie
"No dia 21 de setembro a reportagem da Rádio Singão se dirigiu até as referidas praças e perguntou para a população se havia motivos para comemorar o dia da árvore. Não, não há, disse a maioria. A maioria dos munícipes reprovou o corte das árvores nas praças de Santa Isabel, outros são de opinião de que se a reforma dos logradouros tivesse ocorrido sem o corte das árvores tudo bem, mas praças sem árvores não dá pra aceitar."
A Rádio Singão é a atual Rádio Sucesso.
Mas também temos a questão cultural. Como acreditar que a prefeitura que tem até Secretaria específica para cuidar do Meio Ambiente está preocupada com as árvores? Podemos notar isso em 2021, quando eles não tem nem um catálogo com a fauna e flora de Santa Isabel. Ou de não punir com severidade os donos de locais onde ocorrem queimadas.
As árvores dão frutos, dão flores, dão sombra, servem de abrigo para os pássaros, renovam o ar, embelezam a cidade e ajudam a criar um clima ameno no verão, além de as pessoas gostarem de conversar embaixo de uma árvore, mas tudo isso não foi levado em conta pela prefeitura de Santa Isabel que até hoje não explicou o motivo do corte indiscriminado das árvores, mesmo tendo um laudo em mãos de uma engenheira agrônoma que recomendava o não corte das árvores das referidas praças.
Ironicamente, em 2022, a gestão Chinchilla, destruiu a praça do lado do Casarão dos 13. Para uma nova localidade.

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Francisco Machado e como começou sua arte

Francisco Carlos Machado descobriu aos sete anos que tinha gosto pelas artes plásticas. Tudo isso por ter ganhado um concurso de desenho da escola, por incentivo de Cida Camargo. O desenho chamou a atenção, além pelo bom uso de cores, mas devido a sensibilidade do artistas tão cedo. Mostrava soldados e tanques de guerra de forma aterrorizante no período. Lembrando que o país vivia o fim da ditadura militar naquele período. 
Rapidamente, ele ficou conhecido como Chico (como todo o bom Francisco), entre amigos e familiares. E desde a infância até sua adolescência sempre deve um grande contato com natureza. Fauna e flora, terra, folhagens, plantas, aves e outros animais o inspiraram em seus primeiros trabalhos. Desenhos usando tinta guache e lápis de cor.
A família o incentivava, o que lhe motivou. Para que um dia se tornasse um artista plástico. Por isso, tudo virava desenho para ele, demonstrando a curiosidade e mente aberta que um pintor como ele tem.
O grande impulso para Chico foi uma exposição com desenhos em cartolina feitos na EEPSG Professora Maria Santos Bairão, onde ele cursava o ensino médio. O sucesso foi tanto que um grupo do Lions Clube, em especial José Maria e Ismênia, promoveu um mutirão de arrecadações para que ele pudesse comprar materiais mais profissionais.
Com o dinheiro arrecadado, Chico foi a Praça da República, juntamente com a professora e amiga Tereza Giovanni, onde adquiriu e teve o primeiro contato com telas e tintas em acrílico, à óleo, entre outras coisas.
A partir daí, ele fez de sua cozinha seu primeiro ateliê. Trabalhava durante o dia, no setor de criação e desenho - utilizando bico de pena e nanquim - da empresa Durga, e à noite, ao chegar em casa, pintava pela madrugada até o amanhecer.
Em 1996, Chico expôs profissionalmente pela primeira vez, e o local escolhido foi o antigo Casarão Arte e Cultura (lugar cedido pelo dr. Gilberto Neves - o Giba), onde o artista teve a oportunidade de vender, pela primeira vez, uma tela.
Depois foi a experiência com os alunos. Ele lembra com muito carinho da primeira aluna, Tâmisa Regina (filha de Célia Queluz), a qual começou a ter aulas aos oito anos de idade e ficou com o mestre até os 19. Chico relembra que ajudou a criar a menina e que até os cacoetes que ele tem, a aluna adquiriu ao longo dos anos. Tâmisa fez arquitetura e disse que até a escolha do curso foi inspirada pelo professor. 
Até hoje, Chico e colegas nas áreas de artes, ensinam as artes através do Yacamim.