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terça-feira, 21 de julho de 2026
sábado, 3 de dezembro de 2022
Minha opinião sincera sobre a visita de Maurício de Sousa
Com a visita de Maurício de Sousa, em Outubro de 2022, essa reflexão me veio à cabeça
Eu sempre escrevo através do meu blog, o Espaço Aberto SI, sobre os eventos que ocorreram na cidade. E até em outras cidades, como Arujá, Igaratá, Mogi das Cruzes, e etc. Mas uma coisa que me incomoda é a veneração a figuras famosas em Santa Isabel.
Eu sempre escrevo através do meu blog, o Espaço Aberto SI, sobre os eventos que ocorreram na cidade. E até em outras cidades, como Arujá, Igaratá, Mogi das Cruzes, e etc. Mas uma coisa que me incomoda é a veneração a figuras famosas em Santa Isabel.
Não reclamo de, por exemplo, Everton Ribeiro. O cara ama a cidade e demonstra seu carinho ao cara que o treinou, Seu Neco, o chamando para segurar com ele um dos maiores prêmios que ganhou como jogador de futebol. Mas estou falando é da veneração, da prefeitura, por Maurício de Sousa.
Maurício de Sousa apareceu na cidade, devido ao seu aniversário, em outubro. E pronto. Nada mais. Isso se deve mais por ter uma porrada de gente sabendo agora que ele morou aqui na infância, mas só isso. Ninguém, eu digo NINGUÉM dá incentivo aos criadores pela prefeitura de Santa Isabel, mas lambe as botas do Maurício sempre. Vide Cidão ou Jack, ilustradores e criadores de conteúdo. Os caras, assim como eu, fazem seu nome fora da cidade. Pois aqui, não somos valorizados.
E sobre Maurício de Sousa, o fato de termos tantas revistas na Gibiteca, se deve mais por pessoas que realmente se importavam com cultura (como o saudoso Homero) do que pelo próprio autor. Vai só conversar com uma pessoa que sabe o mínimo sobre o assunto e descobrirá. Isso sem contar que as pessoas associam mais ele a Mogi das Cruzes do que a Santa Isabel.
Poderia também escrever sobre as experiências da galera daqui com Maurício de Sousa, de forma mais pessoal. Mas não o farei.
Mas voltando ao verdadeiro problema: a falta de participação da prefeitura em eventos que não a envolvam. Em resumo, ninguém da prefeitura vai em eventos onde eles não tenham participado. Ou seja, não dão atenção a pessoas que OU não estão a seu favor OU que fazem críticas a eles. E isso é bem infantil.
Em outubro, ocorreram duas exposições: uma do curso Miriam Cristina e outra do grupo Yacamim. Mas pensa que alguém foi lá? Alguém da prefeitura? Nada. A vice-prefeita disse que não foi no da Yacamim por conta da OSI, e o da Miriam, pois não sabia. Você pode argumentar que o prefeito não foi pois estava doente. E que outras pessoas não foram, como o Secretário de Cultura, pois estava ocupado. Mas isso não é desculpa para TODO o ano de 2022. Quando as restrições sobre COVID se tornaram tão pequenas. Pois se eu posso, por qual motivo ele não pode?
Pedir ajuda, todo mundo pede. Mas quando é para fazerem o mesmo, a prefeitura dá suas costas.
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
Minha opinião sobre a não valorização dos artistas da cidade em 2021
Em Julho de 2021, ocorreu o aniversário da cidade com diversos eventos. E um deles, foi a abertura da praça diante da Gibiteca Maurício de Sousa. Quando isso ocorreu, era normal que fossem homenageados quadrinistas isabelenses. Afinal, com o 189 anos de Santa Isabel e sendo a terra onde nasceu Maurício de Sousa, isso seria o mais lógico.
Devo confessar que não sabia muito bem quando essa praça seria inaugurada e como a fariam. Entretanto, José Francisco Mineiro Júnior, me avisou sobre a abertura do espaço e me veio a cabeça "eles devem ter homenageado os quadrinistas isabelenses". Pois o seu José falou que eles estavam citando artistas das HQs. E mesmo que muitos nunca tenham nomes em famosas revistas ou eventos internacionais, com algumas poucas exceções, eu sinceramente achei que isso poderia ocorrer.
Mas para meu desgosto, e como estava ocorrendo demais em 2021, minhas expectativas foram falhas. Pois os artistas lá, além de Maurício de Sousa, foram Laerte e Ziraldo, por exemplo. Mas eles não são daqui. Custava tanto pegarem artistas daqui?
Uma das desculpas dadas por Roberto Bastos, secretário da Cultura nesse período foi que eles haviam ganho esses cartazes. Só que essa pessoa que doou esses itens, nem sequer cogitou os artistas daqui? Isso me parece mais estranho, quando soube sobre outra coisa.
A artista na área de artesanato (costura), Angélica, também chamada de Kika, também se viu insatisfeita. Segundo ela, ocorreria uma oficina que seria passada as pessoas de Santa Isabel e seria ministrada através da Secretária de Cultura. Para a área de tricô. Eles não falaram, entretanto, primeiro com as artistas que já tinham na cidade para isso. Só com pessoas de fora NOVAMENTE.
Há uma falta de valorização e respeito aos artistas locais, que já está se tornando moda.
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Centro Cultural de Santa Isabel
A Secretaria Municipal de Cultura
de Santa Isabel, tem como atribuições: organização de atividades do calendário
cultural, realização ou apoio a eventos e projetos da sociedade, cultivar,
criar, estimular, promover e preservar as manifestações artísticas e culturais
locais, registro, proteção e promoção da memória e do patrimônio cultural
(material e imaterial), fortalecer a identidade e a diversidade cultural,
compete ainda a esta Secretaria administrar a Biblioteca, Gibiteca e o Acessa
São Paulo. Fomentando a cultura e criando mecanismos de divulgação de uma ampla
gama de produtos culturais, bem como de realização permanente de atividades
artísticas da cidade.
Entre os cursos oferecidos hoje em dia temos artes indígenas, artesanato, bateria, canto de coral, crochê, dança, desenho, guitarra, pintura de tela e em tecido, teclado, violão, violino, circo, contrabaixo, capoeira, oficina de artesanato e instrumentos de sopro. São quatro aulas por mês, sendo que se pode faltar no máximo três vezes. E todos os alunos são avaliado a cada três meses.
Entre os cursos oferecidos hoje em dia temos artes indígenas, artesanato, bateria, canto de coral, crochê, dança, desenho, guitarra, pintura de tela e em tecido, teclado, violão, violino, circo, contrabaixo, capoeira, oficina de artesanato e instrumentos de sopro. São quatro aulas por mês, sendo que se pode faltar no máximo três vezes. E todos os alunos são avaliado a cada três meses.
O Centro Cultural de Santa Isabel está localizada na: Avenida República nº 118 – telefone 4657-3464 Horário – das
8h às 17h.
A Biblioteca Municipal Maria
Helena Marcondes e o Acessa São Paulo, está localizada (atualmente) na: Rua
João Pessoa nº 109 – telefone 4657-2142 – Horário: – das 8h às 17h.
A Gibiteca Mauricio de Sousa,
está localizada na: Rua Nove de Julho, nº148, telefone 4657-4621 – Horário: –
das 8h às 17h.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Gibiteca Mauricio de Sousa
Antes de tudo vamos elucidar alguns fatos sobre o lugar.
A casa onde fica a Gibiteca, antes era da tia do cartunista e escritor Maurício de Sousa, conhecido pelo seu trabalho com a Turma da Mônica. Também o lugar foi uma escola de inglês, entre outras coisas.
Determinada vez, Homero José Vallone, que era presidente das políticas públicas de cultura, mantinha contato com Maura. Ela é irmã do desenhista e sempre conversava sobre as questões relativas a cidade, ao pai de Maurício (Antônio Maurício de Sousa, poeta, compositor e pintor) e como seria bom a divulgação do trabalho em quadrinhos na cidade. Essas conversas, feitas pela internet, eram mostradas ao cartunista, que se interessou nisso.
Então, o ilustrador entrou em contato com a Panini (que distribui os quadrinhos da Turma da Mônica, entre outras coisas, atualmente) para um projeto: criar uma gibiteca em Santa Isabel.
A Gibiteca Mauricio de Sousa, esta localizada na: Rua Nove de Julho, nº 148. Funcionando das 8 horas da manhã, até as 17 da tarde.
Então, o ilustrador entrou em contato com a Panini (que distribui os quadrinhos da Turma da Mônica, entre outras coisas, atualmente) para um projeto: criar uma gibiteca em Santa Isabel.
A Gibiteca Mauricio de Sousa, esta localizada na: Rua Nove de Julho, nº 148. Funcionando das 8 horas da manhã, até as 17 da tarde.
Ela recebe visitas das 8:00 até as 17:00 horas, de segunda a sexta. Sua entrada é grátis e normalmente, a rotina de tempo lá dura uma hora. Podendo aumentar de acordo com o número de visitantes.
Seu projeto pedagógico envolve escolas estaduais e municipais (mas em especial, as municipais), daqui ou de outras cidades. Em especial, em 2016, duas se destacaram. A EEEFM Professor Fernando Aluísio Corrêa fez trabalho sobre quadrinhos, enquanto uma escola de São Paulo precisava de uma pesquisa relativa a um membro da Academia Brasileira de Letras. O escolhido foi Maurício de Sousa. Nesse caso foram alunos de ensino médio e fundamental I.
O percurso dentro do espaço é feito por estações:
Inicialmente, é contada a história do cartunista e criador da Turma da Mônica aos alunos. Logo após, são levados para a sala de vídeo onde assistem um desenho, que será utilizado mais tarde para outra atividade. Em seguida, ficam um tempo lendo algumas HQs (concedidas pela Panini) dos personagens de Maurício de Sousa. Depois disso, são levados ao espaço interno, uma aérea mais livre da Gibiteca. Por último, é trabalhado um projeto (quase sempre envolvendo o desenho animado antes citado) que foi elaborado por Homero.
Normalmente, esse projeto é dividido por enigmas (pequenas charadas para os mais jovens), modo lúdico (visando divertir acima de tudo) e jogos (que tem a mesma intenção dos enigmas, mas para os mais velhos).
Talvez, um dos maiores problemas ultimamente para o espaço, seja a frequência menor de pessoas por lá. É um espaço gratuito, que deve ser mais divulgado. Pois coisas desse gênero por aqui são raras. E estou fazendo minha parte falando sobre o lugar e sua importância.
Seu projeto pedagógico envolve escolas estaduais e municipais (mas em especial, as municipais), daqui ou de outras cidades. Em especial, em 2016, duas se destacaram. A EEEFM Professor Fernando Aluísio Corrêa fez trabalho sobre quadrinhos, enquanto uma escola de São Paulo precisava de uma pesquisa relativa a um membro da Academia Brasileira de Letras. O escolhido foi Maurício de Sousa. Nesse caso foram alunos de ensino médio e fundamental I.
O percurso dentro do espaço é feito por estações:
Inicialmente, é contada a história do cartunista e criador da Turma da Mônica aos alunos. Logo após, são levados para a sala de vídeo onde assistem um desenho, que será utilizado mais tarde para outra atividade. Em seguida, ficam um tempo lendo algumas HQs (concedidas pela Panini) dos personagens de Maurício de Sousa. Depois disso, são levados ao espaço interno, uma aérea mais livre da Gibiteca. Por último, é trabalhado um projeto (quase sempre envolvendo o desenho animado antes citado) que foi elaborado por Homero.
Normalmente, esse projeto é dividido por enigmas (pequenas charadas para os mais jovens), modo lúdico (visando divertir acima de tudo) e jogos (que tem a mesma intenção dos enigmas, mas para os mais velhos).
Talvez, um dos maiores problemas ultimamente para o espaço, seja a frequência menor de pessoas por lá. É um espaço gratuito, que deve ser mais divulgado. Pois coisas desse gênero por aqui são raras. E estou fazendo minha parte falando sobre o lugar e sua importância.
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