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sábado, 3 de outubro de 2026
quinta-feira, 7 de maio de 2026
domingo, 8 de março de 2026
Exposição Raízes: Conexões de Culturas e Estilo
A Prefeitura de Santa Isabel e a Secretaria de Arte e Cultura apresentaram a exposição Raízes: Conexões de Culturas e Estilo, do multiartista e estilista Tobias Alexandre. Que teve seu projeto aprovado pela Lei Paulo Gustavo e foi apresentado para a toda a população.
A exposição celebra a fusão das tradições indígenas e negras no Brasil. Reforçando a identidade cultural brasileira por meio de coleções e trabalhos, usando a moda como ferramenta de resistência e celebração da herança. A mostra também contava com fotografias que reforçam a conexão entre essas raízes criativas.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Minha sincera opinião sobre o roubo na mostra de uma artista no Centro Cultural de Santa Isabel
Antes de realmente começar o texto, há uma coisa que devo reiterar: como em um outro texto meu com opinião, coloco essa introdução para uma pessoa que está na prefeitura. Não digo o nome, pois não quero ser processado. Mas vamos lá.
O fato que ocorreu recentemente foi comentado pelo sujeito com certa indignação. E está certo. O problema é que quando ele estava na pasta, ele não soltava um "A" sobre as falhas (que poderiam ser dele ou não, mas que estavam em sua responsabilidade). Eu, quando recriminei a Secretária de Cultura, levei uma bronca e "para de ser moleque". A indignação dele faz todo o sentido, só não pode ser seletiva, nem sequer usar uma carteirada como ser da prefeitura, ou formado na faculdade, ou concursado, para se colocar acima de outras pessoas.
Peças de exposição sobre carreira de artista são furtadas na Grande SP
Duas peças de uma exposição que celebra a carreira da artista Cynthia Mariah foram furtadas do Centro de Memória Francisco Sanches Baptista em Santa Isabel, município da região metropolitana de São Paulo.
A exposição “Estado Sankofa” reúne obras que celebram os 20 anos de carreira da artista. Duas delas, de coleções distintas, foram furtadas do espaço.
As peças furtadas são de material de latão e cobre. No último domingo (30/11), Cynthia registrou um boletim de ocorrência na delegacia da cidade para esclarecer o paradeiro do material.
Os responsáveis pela investigação afirmaram ao Metrópoles que os itens ainda não foram localizados e ainda não se sabe quem foi o responsável pelo furto.
A reportagem buscou posicionamento da Secretaria de Arte e Cultura, responsável pelo espaço do Centro de Memória de Santa Isabel, mas não obteve resposta.
Uma das coisas que noto, com relação a qualquer exposição ou evento que não seja amplamente divulgado pela prefeitura, é a falta de segurança neles. Se você vai em uma Expobel ou um rodeio na cidade, tem mais seguranças do que um formigueiro tem formigas. Entretanto, quando ocorrem uma expo de uma artista, algo mais intelectualmente atrativo, eles não tem esse cuidado. Seja a pasta da Cultura (que estava no Centro Cultural de Santa Isabel, no espaço dedicado ao Centro de Memória Chico Fotógrafo), ou a própria gestão municipal. Mas é óbvio isso! Shows grandes atraem mais votos e fazer as pessoas pensarem é "perigoso".
Agora, tratando sobre a segurança, algumas vezes já fui ao espaço que é bem agradável. MAS uma coisa que já coloquei/postei era sobre a falta de um sistema que falasse como estavam as exposições e obras no local. Isso se resolveria, se não fosse contratando um serviço ou um vigia, colocando um curador no espaço. Alguém que poderia e deveria ficar mais tempo ali. Protegendo as obras e, com isso, deixando tudo pronto para as visitações.
Enfim, é uma lástima notarmos que a artista perdeu parte de sua obra. Eu, quando fiz uma exposição itinerante, fiz cópias para colocar nas escolas. Entretanto, num espaço voltado para a Cultura, onde há adultos que fazem parte da gestão pública, era de se esperar uma maior responsabilidade, pois era para isso que ela confiou na prefeitura. Especialmente se lembrarmos que uma artista negra, que deve suas peças roubadas, no mês da Consciência Negra.
https://www.metropoles.com/sao-paulo/pecas-exposicao-artista-furtadas-grande-sp
quinta-feira, 23 de novembro de 2023
terça-feira, 23 de maio de 2023
Minha opinião sincera sobre o Centro de Memória Chico Fotógrafo
Vamos lá. Aqui, eu preciso ressaltar que não usarei uma opinião formada pelos meus sentimentos. Para que não haja, por parte de pessoas ligadas a cultura, uma fala de que eu estou fazendo fofocas maldosas ou soltando opiniões superficiais sobre o assunto. Só lembrando, eu sou formado em história (desde de 2010), sou ilustrador já tem alguns anos e colaboro com estúdios da cidade, além de registrar e divulgar diversos artistas o tempo todo, por anos. Coisas que faço e sinceramente eu não vejo por parte de quem está na pasta da Cultura, fazer isso apropriadamente.
Começando por excursões ao Centro de Memória Chico Fotógrafo. Há pela pasta, antes e depois, um interesse que o local chame a atenção de pessoas fora da cidade. Não há nada de ruim nisso, se não fosse a necessidade em Santa Isabel de uma maior valorização da história municipal. E que nem sempre, essas histórias vão chamar a atenção de crianças e adolescentes de outras regiões. Isso sem contar que as primeiras excursões, com relação a escolas, são também de outras localidades. O que custa chamar as escolas estaduais ou municipais, públicas ou particulares? Elas tem que ser priorizadas, assim criando um sentimento de pertencimento e amor por onde mora, que não vejo sendo valorizado até agora.
Outro problema está em não chamar artistas de uma forma adequada sobre o assunto. Quantas vezes, eu fui chamado por professores de escolas como ETEC, Major e Gabriela, estando disponível para retirar dúvidas sobre a história local. Mais vezes que eu fui chamado pela prefeitura nos últimos anos, pode apostar. Mas vamos pegar mais pesado. Sabemos que não há comunicação entre as pastas, mas será tão difícil ter tantos artistas isabelenses, que chamam ao invés de alguém daqui como principal trabalho, pessoas de Arujá ou outras cidades? Não, não é. Só que ignorar esses talentos da cidade gera um mal estar que não sou eu que falo. Só coloco mais uma vez nas redes sociais. Entretanto, o pior não é isso.
Certa vez, Yara Arantes me falou que como membro do Centro de Memória, ela não pode se concentrar na educação, nem seus trabalhos se voltam para essa área. Como isso seria possível, se a meta de um museu, ou local de exposições em geral tem que ter esse sentido? Ignorar isso, demonstra um despreparo. Eu recomendaria ouvir as opiniões dos artistas e historiadores da cidade, mas nunca ocorreu uma reunião desse tipo, onde eles escutem. Mas que demonstrem "olha conhecemos tanto", pois precisam passar esse "conhecimento".
Entenda, conhecimento não é tudo. E se difere de sabedoria, que vem das experiências de vida. Os artistas e historiadores daqui tem muita sabedoria.
quinta-feira, 20 de abril de 2023
(Espaço Aberto SP) Exposição temporária Nhe’ē Porã - Memória e Transformação
O Museu da Língua Portuguesa passou a oferecer a partir de 12 de Outubro de 2022 uma imersão na diversidade e riqueza das línguas indígenas faladas no Brasil, com a abertura da exposição “Nhe’ē Porã: Memória e Transformação”, em São Paulo.
Organizada em cooperação com a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), a mostra marca o lançamento oficial no país da “Década Internacional das Línguas Indígenas”, como foi designado o período de 2022 a 2032 pela Assembleia Geral da ONU.
Com visitação de terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência permitida até 18h), a exposição seguiu em cartaz até 23 de abril de 2023, no Museu da Língua Portuguesa (Praça da Luz, s/n). Os ingressos, à venda no local e antecipados pelo Sympla, saem por R$20, com gratuidade aos sábados.
Buscava chamar a atenção mundial sobre a situação crítica de muitas línguas em perigo de desaparecimento e a necessidade de usá-las e preservá-las para as gerações futuras.
Atualmente, cerca de 97% da população mundial fala somente 4% destas línguas e somente 3% das pessoas do mundo falam 96% de todas as línguas existentes. Caso nada seja feito, a grande maioria desses idiomas, falados sobretudo por povos indígenas, continuarão a desaparecer em um ritmo alarmante.
Além de abordar diretamente a questão linguística, a exposição “Nhe’ē Porã” também busca ser um espaço de reflexão sobre os processos coloniais que marcaram profundamente a vida dos povos indígenas no Brasil, as trajetórias de luta e resistência e a beleza dessas culturas milenares.
Por meio desta perspectiva indígena, o Museu da Língua Portuguesa também pretende abordar os temas que atravessam a celebração do Bicentenário da Independência, como as lutas por direitos e a construção da identidade brasileira.
Houve programação cultural gratuita vinculada ao evento ao longo dos oito meses de exposição, como apresentações musicais de indígenas, debates sobre preservação de línguas e oficinas para todos os públicos.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Minha opinião sincera sobre a exposição sobre HQs no Centro Cultural, em 2022
Recentemente, em stories do Facebook e Instagram, eu critiquei a exposição de história em quadrinhos na cidade. Eu escrevi e repito aqui "Uma exposição de HQs, sem foco em HQs".
Muitas pessoas CONCORDARAM comigo. Pessoas que passaram pela exposição, adultos, que compreendem sobre isso. Na verdade, em alguns casos, pessoas me falaram isso de forma própria. Sem eu precisar perguntar sobre isso.
Então, qual o problema? Vejamos:
Uma exposição, tem que ter como foco aquilo que se propuseram a exibir. Não é necessário ter peças daquele tema, originárias do lugar (de outro país) nesse caso, mas tem que focar no assunto proposto. Exemplo: uma exposição do Egito Antigo, não precisa ter um sarcófago ou uma múmia, mas pode ter uma maquete de uma Pirâmide de Gizé. Mas note, que existem pirâmides em outros países, para outros usos. Talvez tenha começado a entender onde quero chegar.
A exposição tem artes maravilhosas feitas em papercraft por Luciano, artista de Arujá. Não vamos entrar no mérito que o cara não é daqui. pois isso não importa para os visitantes muitas vezes. Entretanto, temos artistas que a Secretária de Cultura poderia contatar como Matheus. Ao qual já escrevi em um texto no blog Espaço Aberto SI.
Falado isso, as imagens não são de HQs. Preste atenção, com exceção do personagem Naruto Uzumaki, não há personagens ali de histórias em quadrinhos, mas baseados nos FILMES e GAMES. Se o foco são as bandas desenhadas, por qual motivo temos imagens que se focam mais nas mídias audio-visuais? Se quiser que as pessoas entrem em cinemas, a ideia foi ótima.
Eu vou dar um exemplo: Eu quero trabalhar com HQs, nas aulas de história. Então, eu devo procurar textos dentro das revistas que tenho, que façam esse link entre a diversão e o estudo. Que tratam sobre um período histórico específico, nesse caso. Não colocar qualquer coisa, só por ser legal.
Independente disso, não vi (e outras pessoas não viram) um conteúdo que possa ser absorvido para maior compreensão desse trabalho. Pior, apesar de ter falado (até agora seis vezes) ao Secretário de Cultura, sobre chamar artistas (em especial ilustradores e quadrinistas que existem já na cidade) para colaborar com eles e talvez criar algo para os divulgar, ou quem sabe, até mesmo produzir algo próprio pela prefeitura... Fui ignorado, mas ele quer sempre fazer uma reunião apenas comigo. Se pode falar com um, por qual motivo não falar com todos.
E se alguém me falar que há histórias em quadrinhos raras por lá, sei disso. Entretanto, nenhuma pode ser lida normalmente. Eu tenho comigo algumas HQs nacionais e internacionais, também raras. Que não devem ter o mesmo valor econômico, mas que tem sua importância, ao qual poderiam ler.
Gostaria de deixar aqui que já escrevi dois livros sobre HQs (uma em geral e outra sobre mangás e animes).
domingo, 30 de janeiro de 2022
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