Mostrando postagens com marcador ensino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ensino. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de maio de 2022

A história da educadora Laurentina Lorena Côrrea da Silva

Nasceu em São José dos Campos, deste estado em 1 de Agosto de 1905, sendo filha de Francisco Ferreira Lorena e Laurentina de Sousa Lorena.
Iniciou seus estudos na Escola Normal de Casa Branca, concluindo-os pela Escola Normal Padre Anchieta, na Capital de São Paulo, a 19 de Dezembro de 1933.
Trabalhou como professora substituta em São Paulo, nos bairros da Bela Vista e Santo Amaro. Ingressou no magistério no município de Pedregulho, mudando-se depois para Miguelópolis e posteriormente Cravinhos.
Em 1938, quando já morava aqui, foi para o Grupo Escolar Major Guilhermino Mendes de Andrade. Lá lecionou até 1954.
Já em 1939, casou-se com o isabelense Agenor Corrêa da Silva, então escrivão do Registro Civil dessa cidade.
Durante os dezesseis anos que lecionou nesta cidade, dedicou-se a alfabetização das crianças isabelenses, obtendo grande sucesso nisso.
Em 1952, prestou concurso para diretora, sendo chamada para o cargo em 1954. Sua primeira diretoria foi no Grupo Escolar Monteiro Lobato, ali permanecendo até fins de 1955. Sendo então, mais tarde então comissionada na diretoria do Grupo Escolar de Igaratá.
Mudou-se em 1956 para o Grupo Escolar de São Luiz do Paraitinga, onde ficou até 20 de Março de 1957.
Nesse tempo em que esteve no magistério foi sempre querida por seus alunos, colegas e superiores.
Faleceu em Jacareí, no dia 20 de Março de 1957.

quarta-feira, 18 de maio de 2022

O ensino pela revista Santa Isabel 73'

A revista citava que Santa Isabel progredia no ensino, como hoje em dia continua fazendo. Isso mais pelos funcionários (diretores, professores, serventes, secretários, coordenadores, entre tantos outros) do que pelos governos municipais, estaduais e federais.
Além das escolas (os Grupos Escolares como aparecem) Major Guilhermino Mendes Andrade, Professora Gabriela Freire Lobo, de Vila Osíris e do Bairro do Figueira, existiam mais vinte e cinco escolas isoladas, espalhadas pelos municípios. Novos prédios estavam sendo erguidos. 
Entre educadores que existiam na época, estavam: Edmundo G. Stefani (Português), Alice Rodrigues Pereira (Português e Francês), Maria de Lourdes Rocha Gonçalves de Oliveira (Português), Maria Bernadete Rocha Gonçalves Brunelli (Português), Silvia Cianflone (Português e Inglês), Dario Vieira de Paula Junior (Matemática e Desenho), José Valter Geraldo (Ciências, Física e Matemática), Eliana Dias Pedreira Ribeiro (Matemática), Clarinda Reiko Sasaki (Ciências e Biologia), Ancila Tereza Pinhal de Brito (Ciências), Francisco Paulo Gaspar de Oliveira (Química e Prática de Laboratório), Marlene Maria da Silva (Francês), João Marques (Francês), Dilza Sebastiana Leme de Souza (História e Estudos Sociais), Fernando Aloisio Corrêa (Psicologia, Educação Moral e Filosofia), Joaquim Roberto Dias de Oliveira (Educação Moral), Inês de Almeida Machado (Desenho), Maria de Lourdes Piedade Canarim (Geografia), Annita Crema Corrêa Leite (Educação Física), Paulo Seizabulo Miyamoto (Educação Física) e Meire de Souza (Música). Todos compondo o Colégio Estadual, com o diretor Elias Máquia, com assistente Domingos de Camargo e como secretária Maria de Lourdes Almeida Pires.