- 70 Km de São Paulo;
- 30 Km de São José dos Campos;
- 100 Km de Campinas
Conta com cerca de 11 mil habitantes.
Filho de Virgílio Parreira e Zulmira Maria de Jesus, Sebastião Parreira nasceu em 1917, no município de Muzambinho, Minas Gerais. Na história de Arujá, é lembrado como o primeiro motorista de ambulância do município.
Em 1946, em Santa Isabel, casou-se com Cinira Machado Lobo (1930–1966), integrante das tradicionais famílias isabelenses Cunha Lobo e Almeida Machado. Nos anos seguintes, o casal se mudou para Arujá, onde Sebastião passou a atuar como motorista de ambulância.
Sua atuação marcou os primeiros anos da organização dos serviços de saúde e socorro no município. Por meio do Decreto nº 1.195, de 23 de Maio de 1985, ele foi homenageado com a denominação de uma rua no bairro Arujamérica (antiga rua 21).
Olímpio destacou-se como importante pecuarista leiteiro e líder rural de Igaratá, sendo um dos principais articuladores da criação da Cooperativa Mista de Laticínios de Santa Isabel e Igaratá. Visionário, organizou produtores para melhorar o tratamento e a comercialização do leite, estruturando o setor na região.
Sob sua liderança, a proposta de construir a usina ganhou força, contando com o apoio de produtores locais e financiamento do Laticínio Paulista para aquisição do terreno e execução da obra. Seu protagonismo no fortalecimento da atividade leiteira consolidou seu nome como patrono da cooperativa — símbolo de união, progresso e espírito cooperativista no século XX.
A titular da DDM de Arujá e da Delegacia de Santa Isabel foi condecorada com o Premio São Paulo pelo seu trabalho de destaque na proteção as mulheres. A homenagem reconhece o empenho da delegada no acolhimento de vitimas e o resultado histórico de zero feminicídios em Arujá nos últimos quatro anos. Com uma carreira dedicada a segurança publica Dra Regina Campanelli também atua em projetos sociais de apoio a autonomia feminina em toda a nossa região.
Alguém já deve ter lhe perguntado e você, com certeza, desapontado, teve que explicar: Santa Isabel fica na Dutra, logo depois de Arujá. Ou então que estamos bem antes de Jacareí. Se você for um isabelense mais esclarecido, poderá acrescentar bem antes do pedágio de Guararema. Orgulhosamente poderá dizer que Santa Isabel é o paraíso da Grande São Paulo. Dizer também que estamos a 50 quilômetros de SP, 30 de Guarulhos e que é muito fácil chegar aqui: tem a Dutra, tem a Airton Senna. De Campinas, Atibaia e Bragança também se chega facilmente pela Dom Pedro via Igaratá. Enfim, sempre temos que dizer tudo isso, por uma razão muito simples, Santa Isabel nunca deu seu endereço. Seria vergonha de ser periferia na Grande São Paulo ou timidez por ser periferia no Vale do Paraíba. Periferia sofre! Ultimamente corre o risco de aumentar ainda mais essa confusão. Assim como Guararema, turisticamente falando Santa Isabel foi incluída como cidade do Alto Tietê. Pode um negocio desse? Em Guararema o Rio Paraíba passa dentro da área urbana. Aqui, qualquer estudante sabe e se não sabe devia saber, todos os nossos rios e ribeirões são afluentes do Paraíba do Sul. Diante da nossa paisagem de muitos morros com a Serra do Itaberaba lá no fundo, dá pra dizer pra quem vem de São Paulo que a Mantiqueira começa aqui. Claro, sofremos influencia de uma cidade do tamanhão de São Paulo, mas ainda assim conseguimos manter por aqui um clima de cidade do interior. Claro, temos hambúrgueres e hot-dogs por aqui, mas nossa culinária mais típica é do Vale. Ainda temos grupos de Congada e Moçambique e louvamos São Gonçalo. A água que vão tirar da represa do nosso Jaguarí para o Sistema Cantareira da capital, é água que ia para o Paraíba. Há alguns anos, como presidente do Comtur, escrevi para a TV Vanguarda do Boni, ex-TV Globo e com quem trabalhei quando comecei em propaganda, pedi que desse uma colher de chá para Santa Isabel nas vinhetas que a Vanguarda costuma mostrar cidades do Vale do Paraíba. Nem respondeu. Entre outros motivos, um certamente é devido ao fato de nos colocarmos como paraíso para quem vive estressado na correria da capital. Dá pra dizer que somos um município parque, um município verde entre dois pólos industriais e com grande densidade populacional. Um município com 362 quilômetros quadrados, que tem 83% do território protegido pela Lei dos Mananciais e que associada a outras leis ambientais, preservam não apenas os nossos rios, mas também a nossa paisagem. Então inventamos essa historia de paraíso, mas nunca demos o endereço. Deixamos no ar como qualquer paraíso. Enquanto isso os nossos prefeitos vão trocando seus secretários de turismo diante de qualquer cor política que os desagrade. Mesmo não sendo técnicos, esses secretários de turismo sequer chegam a esquentar a cadeira. Não têm tempo de planejar de modo fazer o turismo de Santa Isabel andar, mas a fila anda e pode nos atropelar.