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segunda-feira, 4 de maio de 2026
quinta-feira, 13 de março de 2025
O grande incêndio na Karibê em 1974
Em 21 de Março de 1974, ocorreu um grande incêndio na Karibê. O incêndio se iniciou as 11h20m e durou até as 17 horas do dia posterior, destruindo totalmente o depósito de matérias primas da indústria têxtil.
Na então, Indústria Karibê de Confecções e Tecelagem Ltda., deve um prejuízo com toneladas de lã industrializada, fios sintéticos e viscose, além de produtos químicos que foram queimados.
Doze pessoas que trabalhavam no local na hora do fogo, saíram ilesas, com apenas queimaduras e princípio de intoxicação, graças a pronta intervenção da Brigada Especial Interna de Combate a Incêndios. Era formada por 40 empregados treinados semanalmente, para este tipo de acidente. Nos primeiros 30 minutos, eles atacaram o foco inicial e conseguiram isolar a ala industrial, onde existiam dezenas de máquinas. Mil e quinhentos metros quadrados da empresa arderam em chamas até a chegada dos bombeiros de Arujá, Guarulhos e Jacareí.
Disse o diretor técnico da Karibê, Henrique Cytrynowicz, que "o maior problema não é o prejuízo (avaliado em vários milhões) mas sim a renovação do estoque, pois estamos atravessando séria crise no setor de fibras sintéticas".
Ocorreu até mesmo uma reportagem no Jornal Folha de S. Paulo, na época. Especificamente no dia seguinte, em 22 de Março. Na época, minha mãe, Teresa Caraça, saiu mais cedo, devido ao incêndio. Mas na manhã seguinte, já deve que voltar a trabalhar. Isso se deve, pois não foi o setor dela que queimou, mas outro, que poderia ter muito algodão.
Ocorreu até mesmo uma reportagem no Jornal Folha de S. Paulo, na época. Especificamente no dia seguinte, em 22 de Março. Na época, minha mãe, Teresa Caraça, saiu mais cedo, devido ao incêndio. Mas na manhã seguinte, já deve que voltar a trabalhar. Isso se deve, pois não foi o setor dela que queimou, mas outro, que poderia ter muito algodão.
quinta-feira, 15 de setembro de 2022
Causos de Santa Isabel: O homem que morreu tentando salvar família de casa incendiada
Ronaldo Henrique Lobo Barbosa, de 39 anos faleceu no dia 7 de Setembro, no Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes. Segundo testemunhas, ele entrou em uma casa que estava em chamas com o objetivo de salvar duas crianças que lá moravam. Ele não sabia que a família já tinha conseguido sair do imóvel, quando o incêndio tomou conta da residência.
Era dito como um rapaz que bebia bastante. Mas nunca deu problemas na cidade. Na verdade, sempre dizia quando sóbrio, que se falasse besteira era para o perdoar. Nem assim, falava coisas ruins.
As chamas teriam atingido uma casa na Rua Primeira de Maio, em Santa Isabel. De acordo com Boletim de Ocorrência registrado da Delegacia de Políca da cidade, uma pane elétrica teria provocado o incêndio.
Em entrevista ao Jornal Bom Dia, Renata Melani - irmã de Ronaldo - contou que no dia do incêndio, ele estava na casa dos pais, que ficava em outro bairro. E após se despedir da família, passou por uma rua onde a casa estava em chamas e decidiu entrar para ajudar, sem saber que não havia mais ninguém.
Ao que parece, ao entrar no imóvel - que pessoas o tentaram conter - foi justamente no quarto. A porta se fechou, o deixando seriamente ferido. Um senhor entrou, arrombou a porta e encontrou Ronaldo carbonizado.
Estava com 90% do corpo comprometido, lutou pela vida. Mas como dito, morreu no hospital em Mogi das Cruzes. Como um herói, um daqueles causos verdadeiros e pesados.
HOMEM morre ao tentar salvar família de casa incendiada. Jornal Bom Dia. Santa Isabel. 10 de Setembro de 2022. p. 11.
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