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domingo, 5 de agosto de 2018

Sobre Luis Eduardo Caraça Tavares

Professor com Licenciatura Plena em História pela UnG. 
Já escreveu matérias para revistas, como Anime-Dô (sobre animação japonesa) e Inovar (que trata sobre notícias de Santa Isabel);
Participou de podcasts como o Sarjeta RPG (falando sobre jogos de interpretação de papéis) e sites como Escritores & Amantes da Terra-Média, escrevendo sobre cultura nerd envolvendo o escritor inglês J.R.R. Tolkien;
Já escreveu nove livros pelo site Clube de Autores: I’m Alive, A Lenda de Elric, Cliffhangers, O Universo dos Animes e Mangá, O Universo dos Quadrinhos, Pensamentos em uma Caixa Cinza, Espaço Aberto SI e dois artbooks, um de A Lenda de Elric e Estranhos Hábitos;
Possui no total mais 500 desenhos completos em suas pastas. Fora o que está para terminar. Faz mangás (quadrinhos japoneses), cartoon, quadrinhos americanos, caricaturas e retratos. Fez cursos com Sandro Camargo, Cidão e Horn (ilustradores de Santa Isabel) e Claúdio Imamoto (ilustrador de São Paulo). Atualmente estuda com Miriam Cristina Pereira;
Administra três blogs: Middlejapan X (falando sobre animações e quadrinhos japoneses), Allons-Y (tratando sobre cultura nerd em geral) e Espaço Aberto SI (que trata sobre a cultura e história de Santa Isabel e arredores);
Já registrou um livro de uma saga denominada Contos do Tempo Perdido. O primeiro volume é A Busca dos Artefatos Malditos, possuindo mais de 200 páginas;
Fez dois semestres do curso técnico de Informática para Internet (incompleto);
Participou de oficinas de teatro, algumas peças de teatro, além de já estar a quatros anos fazendo parte do elenco da Paixão de Cristo;
Administra aulas como professor de desenho no Centro Cultural de Santa Isabel.

Os desenhistas de Santa Isabel

Horn é um rapaz com talento incomum que já nos trouxe várias obras boas dessa personagem maravilhosa. Atualmente é um freelancer (e acho que sempre será) que traz muito de sua mente para seus trabalhos. E a um bom tempo tem essa história publicada em seu próprio "zite". Eu sei... Piada ruim não é? O autor é um tanto quanto misterioso, mas seus trabalhos são conhecidos por Santa Isabel. Além de divulgar seu trabalho pela internet, ele participou do primeiro OcupARTE, além de ter sua própria exposição chamado Celas Internas. Algo mágico. Vamos agora falar sobre a história de Zilda. Já fez com que seus trabalhos ganhassem diversos prêmios como o Prêmio Ensaiando um País Melhor e o Prêmio FUNARTE Artes na Rua. Ele faz outras artes e experimentações visuais no tumblr
Cidão que dá aulas desde 1995, é um profissional que esteve um bom tempo no exterior a serviço, aprendendo muito. Já trabalhou para a Editora3(revista IstoÉ), Moderna, no Japão para a editora Bumba, algumas estamparias e no Diário de São Paulo mais recentemente. Foi sempre influenciado por grandes artistas como Laerte, Angeli, Glauco, Sérgio Aragonés, Ziraldo, Maurício de Sousa(autor isabelense), Tito Kube(autor de Bleach) e Hiroaki Samura. Isso é bem visível em seus traços. E até em sua preferência quando desenha já que gosta mais de cartoon e mangá na ponta de seu lápis.
Miriam Cristina é uma desenhista e professora de desenho e pintura em tela de extremo talento aqui de Santa Isabel. O nome de seu lugar de trabalho é Curso de Desenho e Pintura Miriam Cristina.
Seu curso fica na Rua Cônego Bicudo, número 260 (na parte de dentro e em cima da galeria), na sala 47. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O artista Sandro Camargo

Ele já foi um dos meus professores de desenho e sua arte é maravilhosa. Sandro Camargo nascido em Santa Isabel, formou-se pela Escola Panamericana de Arte. Trabalhou para diversas revistas de circulação nacional, grande parte destinadas ao público infantil. Passando para revistas e jornais.
Já lecionou educação artística e sociologia na rede estadual de ensino. Ensinou em cursos de desenho que ele mesmo administrou em Mogi das Cruzes, Arujá, Jacareí e, lógico, Santa Isabel. Participou de projetos educacionais como Pró Menor, Casa Aberta e Circo Escola, onde trabalhou com crianças carentes, meninos de rua e especiais.

Até hoje, é a maior referência como professor de desenho na cidade. Inspirando profissionais na área. 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Um texto sobre o artista... Luis Eduardo!

Bem como achei que não seria muito correto um texto falando sobre mim, pelo menos dessa vez, escrito por... Mim... Pedi um texto ao meu querido amigo Horn! E olha o que ele me manda! Essa linda poesia em forma de texto... Chorando até agora!

É...
Por Bertho Horn

Dizem que a vida é curta.
Eu acho que ela é longa demais. E entediante.
Por sorte, algumas pessoas, mesmo sem querer, conseguem fazer com que a gente desvie os olhos do tédio mortal, da apatia (ou letargia) do dia-a-dia e dos pecados salivantes e de pernas abertas nas esquinas.
Minha cabeça nunca foi boa então seria um esforço inútil tentar descobrir quando foi o momento exato que o conheci. Pra ser bem sincero, não me importo com isso. Tenho coisas mais importantes pra tentar lembrar agora. Como, por exemplo, onde guardei meus bicos de pena.
Mas mesmo não me lembrando do dia, hora e situação ele apareceu e, assim, do nada, faz parte de um seleto grupo a que posso chamar de “membros da minha família”. Eu não tenho amigos. Nunca tive. Prefiro, depois de algum tempo de convívio, ter algumas pessoas como os irmãos e irmãs que gostaria de ter tido. Aqueles que aparecem em lugares quando menos espero. Que podem ser ácidos, corrosivos e, também, espirituosos. Aqueles que oferecem um silêncio respeitoso e um gracejo bem aceito numa hora inapropriada.
Amigos possuem certas liberdades que familiares não possuem. E “familiares adquiridos espontaneamente pela vida” possuem liberdades que mais ninguém pode ter. É um privilégio ser alvo de alguma piada engraçada de membros de família adquirida, não um direito.
Devo ter pensado nisso quando, juntos, criamos ilustrações assustadoras em mesas de reunião cheias de gente preocupada e apressada em volta. Este raro momento de entrega, este escapismo artístico, fortaleceu um laço criativo ótimo que dura até os dias de hoje (muito embora, devo admitir com alguma culpa, tenho sido negligente e raramente saio de casa pra poder conversar ou criar algo a seu lado) e rendeu alguns frutos.
Atravessamos um período de desenhos, filmes, RPG, Magic e longas e desafiadoras prosas sobre qualquer assunto que chegavam a nossa cara.
Tenho sorte por conhecer pessoas criativas e talentosas como ele (isso me faz trabalhar dobrado pra que minhas próprias criações sejam tão boas quanto as dele). Li muito do que escreveu e convido a todos pra uma lida, pois os mundos que ele cria são mágicos e necessários. A fantasia se torna real em suas letras e o mundo precisa disso.
Não tenho ideia do que ele gosta de ouvir enquanto trabalha. Não me arrisco a tentar desvendar o mundo que ele enxerga quando começa a escrever. Mas a realidade que ele descreve seria um bom lugar pra se viver e isso é um fato.
Eu poderia escrever horas e horas sobre seus desenhos, suas cores, suas letras e suas prosas pela rua nas raras ocasiões que saio e casa. É sério. As conversas e as pausas que tivemos em pontos de ônibus, enquanto ele esperava pacientemente ao meu lado a hora de eu vir embora e sair do centro da cidade, são pausas de livros. Eu não me atreveria a descrevê-las, pois, aos meus doentes olhos, elas são mágicas. Sempre foram e sempre serão enquanto puder me lembrar.
No inicio deste texto escrevi que a vida é curta e entediante. Estou no final e ainda não mudei de ideia. Porém, algo importante deve ser acrescentado: tudo se torna menos complicado, menos dolorido, menos caótico e mais engraçado quando lembro das coisas que criamos e das prosas estranhas e engraçadas que tivemos por aí.
Este texto, por mais pobre e inacabado que seja, é só a forma que encontrei de dizer Obrigado, mesmo que inadequado e de gramática rala.
Vida longa a sua arte, suas letras.

Vida longa a você.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Minha opinião sobre Santa Isabel se tornar a cidade da Turma da Mônica

Antes de começar o texto, tentarei fazer no máximo 10 posts por mês. Com isso, terei tempo hábil para fazer eles com maior qualidade e menos erros de escrita. Sendo que quase sempre os faço direto no blog. Dito isso, vamos ao que importa:

Recentemente, li uma reportagem mostrando - como no título do blog - que há um interesse por parte do prefeito Gabriel Bina de transformar Santa Isabel na "terra natal da Turma da Mônica". Sim, não coloquei o termo padre, já que acredito não ser certo usar esse termo para um homem ao qual não esta exercendo a função sacerdotal exatamente por fazer a de um funcionário público. Dito isso, voltemos ao assunto. Muito nobre da parte dele se não fosse por alguns fatos.
Ignorando aquele fato que muitos dizem sobre Maurício nunca admitir ter nascido aqui, o que sinceramente não importa tanto, devemos nos lembrar que esse ano votaremos para prefeito. Isso te lembra alguma coisa? Em quatro anos de cargo, por qual motivo só agora, surgiu essa ideia? Quando Angela foi prefeita, ela investiu no turismo, mais do que justo pois a cidade é para isso mesmo. Já Hélio Buscariolli tomou as rédeas do município, sua administração deixou a cidade praticamente sem dívidas. E o que nós temos desse governo é um grande nada! Não que não tenha contribuído com a cidade, só que é muito fortuito o fato de termos uma novidades dessas do nada. E sinceramente, ele não foi feito para isso. Controlar uma cidade não é o mesmo que uma arquidiocese. 
Agora a ideia dos totens não é nova, mas legal até! O que? Achou que só iria tacar pau nisso? Não. Tem muitas idéias boas ali citadas. É uma forma de turismo válido e que de certa forma deu certo em São Paulo. Com o investimento certo, nossa cidade pode ser um novo lar para as criações dos quadrinhos. 
Investimento... Agora, vamos falar sobre investimentos. Temos excelentes quadrinistas. Já citei o Cidão aqui no blog, assim como Horn quando escrevi sobre a Menina da Cabeça de Bola. Sem contar Sandro Camargo, Edson e Miriam. Só que onde esta o incentivo deles? Onde esta o incentivo de desenhistas menos conhecidos como eu ou outros? Sou um artista e desenho bem, mas as poucas vezes em que trabalhei com isso nunca vi algo incentivar os meus trabalhos do lado da prefeitura. Sempre foi por fatores externos.