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segunda-feira, 9 de junho de 2025

Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados


Em um mundo onde baleias cósmicas e gatos guerreiros se enfrentam, uma antiga ameaça desperta no sul esquecido. Enquanto a atenção se volta para o conflito político no Leste, Pedro Ernesto e seus companheiros marginalizados se erguem como a última esperança do mundo civilizado. Com bigodes imponentes, lanças afiadas e martelos poderosos, eles enfrentam mortos-vivos e o próprio Nada em uma jornada épica.
"Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados" é uma aventura de fantasia medieval, repleta de ação, humor e reflexões sobre a vida, o universo e tudo mais.
Acompanhamos o personagem Pedro Ernesto, um lanceiro bigodudo em busca de fama e glória, em uma jornada épica que o levará a enfrentar desafios inimagináveis e a questionar tudo o que ele acredita. Com um toque de absurdo e referências à cultura pop, este livro é uma leitura divertida e emocionante para todas as idades.
A noite de autógrafos ocorreu na Taberna do Rei, no final da Duque de Caxias, em Junho de 2024. Junto a amigos. O Ateliê Donna Rita ofereceu os seus serviços de impressão e encadernação para a confecção dos livros.
Para explicar Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados, a melhor maneira de o descrever seria uma união de Douglas Adams com J.R.R Tolkien. Mas fazer uma comparação tão simples e rápida assim seria uma injustiça com os três autores, incluindo com Luiz. Ela tem um humor crítico que me remeteu a Monty Python, mas com outras doses de humor, cheias de piadas inseridas em suas linhas. Sem contar os momentos melancólicos, pois se em certos momentos eu via cenas humor, há outros que me arrancaram uma sincera lágrima.
Um dos clássicos de Santa Isabel, escrito por Luiz Nase.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Eldhrimnir: magia em forma de música isabelense

Muitas vezes nós não sabemos como ou o porquê de alguma coisa mágica mexer conosco. E o som de uma música é uma delas. Por isso eu aproveito aqui e falo sobre essa banda, relativamente recente, que usa elementos de algo que amo em músicas: a fantasia
O nome Eldhrimnir vêm da mitologia nórdica, que seria um caldeirão mágico, no qual o cozinheiro dos deuses, Andhrimnir, cozinhava a Sæhrímnir, uma criatura em que todos os dias os Aesires(denominação dos deuses do panteão germânico) e os Einherjar(os valorosos mortos em batalha)  comiam, em Valhalla.
A maioria das canções são autorais, escritas e arranjadas por Luan Unelmoija. Algumas mais antigas como Terra De Naul, Barril de Rum e Caverna do Vale Sem Fim foram escritas com um amigo, James Machado.
Já tocaram no Orgulho Pagão em 2015 e no evento Balada Folker - uma noite na taberna. Irão tocar em alguns eventos e feiras medievais esse ano, tais como o Carnafolk ao lado de bandas consagradas nesse cenário, como Beoir e umas das pioneiras do folk metal nacional Lothlöryen. Além desses teremos o privilégio de abrir o show do Taberna Folk em Osasco, e estarão presentes também no 3 Encontro Folk de São Paulo. Alguns eventos estão pendentes ainda, que no caso seriam a Feira entre mundos e Asgard Fest. Temos planos de tocar em eventos como St. Patrick's Day, celebração irlandesa que vem crescendo muito no Brasil, em casamentos com temática medieval, celebrações pagãs, em tabernas, pubs e etc...
Tem como influência em seu som toda a vertente do folk metal, citando algumas como: Tuatha De Danann(banda com a qual cresceram ouvindo), Mr. Hurley & Die Pulveraffen, Omnia, Flogging Molly, Alestorm, Korpiklaani, entre outras.
A banda é Composta por Luan Unelmoija (vocal, banjo e flautas), Dênnys Silva (percussão), Felipe César (multi-instrumentista) e Michele Noggerini (teclados)
A intenção deles com esse tipo de som sempre foi trazer um estilo de arte diferenciada para a cidade de Santa Isabel (embora raramente conseguirmos tocar por aqui) com o intuito de passar a cultura e os ensinamentos dos povos antigos europeus através da música.
Estão tocando faz cerca de 8 meses e já fizeram bastante sucesso em eventos. Isso é poder da vontade desse grupo.

Como no caldeirão de uma Bruxa onde são somados elementos para completar a poção que é preparada, assim também são acrescentadas várias informações de várias tradições para criar um modo mágico e eclético de trabalhar. Nossas músicas mesclam toda a vertente do folk metal, paganismo, pirataria, bebedeiras em tavernas entre outras, trabalhada de forma acústica, fazemos letras também em devoção a "natureza", tendo em vista ela como a "Deusa".

Eu agradeço o James Machado que me fez entrar em contato com Luan, assim como este por responder as perguntas. Além disso dedico esse texto a Camille Souza Caruso, a quem sempre me fez querer ser alguém fantástico.