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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Urbanation Festival: Arte urbana movimenta Santa Isabel neste fim de semana

Durante os dias, 1º e 2 de Fevereiro de 2025, a arte urbana movimentou o Santa Isabel Esporte Club, com a edição do ‘Urbanation’. Contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc, o evento requeria um quilo de alimento e reuniu, por dois dias, mais de 40 artistas do graffiti brasileiro, a música, poesia narrada, mandalas, skates e oficinas.
No sábado (1), o primeiro dia de comemorações contou com sessão de graffiti a partir das 9 horas. Das 10h às 17h30, DJ Elvis comandou o som da festa. Já às 17h30, Mavie Rosa encantou os participantes com a poesia. Uma hora depois, às 18h30, Caramelos Junkies comandava a celebração. Às 20h a banda Coletage subiu ao palco. Por fim, às 22h, a festa termina com a banda “Semente Regueira”.
No domingo (2), o graffiti começou às 9h novamente, seguido da música de DJ Elvis das 9h30 às 14h. Logo depois, Lata Beat entrou em cena às 14h30. A festa continuou às 16h com a ‘Bateria Muita Treta’. Por fim, o Urbanation encerrava as atividades com a Oficina de Graffiti às 17h30.
O Urbanation Festival teve mais de 40 artistas nacionais confirmados: Adm, Alopen, Bangu, Baroni, Bó, Bugi, Cat, Cleber ttc, Chorão, Dais, Delog, Dumeem, Drika, ETS, Fnd, Folks, Galo, Galone, Giro, Gryllo, Icone, Izzy, Joks, Ldo, Magoo, ilegal, Menos 1, Mêr, Mrd, Nando, Negosm, Nojon, Ozik, Packtoledo, Pelé, Ralph, Ratoones, Rea Reche, Rote, ROWE, Skilo, Smop, Sow, Tchuca, Tioch, Tolito, Tommy, Twoluh.
O evento aconteceu a partir das 9h no Santa Isabel Esporte Clube, localizado na R. Pref. José Basílio Alvarenga – entrada lateral. O acesso era 1 quilo de alimento.

domingo, 5 de agosto de 2018

Cultura hip-hop: os quatro elementos desse estilo

Nos anos 60, essa cultura literalmente, contribuiu muito do que podemos ver hoje em dia em shows com músicas eletrônicas, raves, sonoridade de funk e toda a sorte de danças de diversos estilos e tipos. Surgindo originalmente das comunidades carentes e bairros dos Estados Unidos, o som chegou ao Brasil. Tomando novo formato e roupagem. A prova esta, que no caso dos EUA, tratam sobre o que ocorre nos guetos. Já aqui, mostram mais a realidade das favelas.
Afrika Bambaata, considerado um dos pais do estilo, diz que suas influências em composições estavam em diversos estilos como funk, soul, rock, jazz, calypso, reggae, música africana, heavy metal, techno e muitos outros estilos.
Dança, rap, graffitti e o som dos DJs. São os quatro elementos da cultura hip-hop. Sendo muitos mais do que um movimento social. Para os amantes dela, seu significado é muito mais importante do que só os fazer.
O elemento dança se iniciou com o breaking, que é um estilo que possui muito mais acrobacias. Depois evoluindo para outros como pop e rock. Sendo uma das grandes forças dos gêneros urbanos atuais. Muito mais que só uma prática esportiva para quem participa deles. Além do mais, a diversidade de elementos possibilita muitas formas de coreografias.
O graffitti, inicialmente usado para marcar territórios em sua origem, hoje em dia é considerado um dos estilos de arte contemporânea mais valorizada nos grandes centros urbanos. Ele enriquece essas áreas tentando criar um pensamento, seja de protesto ou reflexão. Tentando fazer sua plateia repensar seus modos de acordo com a sociedade muitas vezes. Ou simplesmente, fazer algo para contemplar o belo.
Já o rap tomou conta de lugares que antes nunca imaginaríamos. Proveniente das comunidades carentes, ele surgiu como forma de protesto, ganhou espaço e criou até mesmo profissionais, assim como ocorreu com outros elementos. Os mestres de cerimônia (MC’s) com o uso rápido de rimas, mas com a mente aguçada, podem debater sobre qualquer assunto em suas composições. Muitos conseguiram se destacar na área como o grupo Racionais MC’s, MV Bill, entre outros. Atualmente, existem aqueles que conseguiram transformar o estilo em algo mais regional, como RAPadura (Nordeste) e Criolo (Sudeste, em especial, São Paulo).
Por último, os DJ’s. Sua função dentro desses quatro é indispensável muitas vezes. Sem ele não teríamos as batidas para o breaking, assim como a sonoridade para os rappers. Ele, literalmente, traz a energia para os eventos.
Sua cultura é normalmente com liberdade, até mesmo nas suas vestimentas e hobbies isso é visto. Como o uso de camisas largas e as manobras de skate comuns para esse grupo. Até mesmo as “batalhas”, é mais um encontro onde as pessoas desse estilo podem mostrar seu melhor dentro da música e dança. Algo saudável.