Inicialmente, eu queria falar que isso não é culpa da pasta da cultura. Afinal, os problemas com o clima estão além da mão humana. Ninguém é "São Pedro", "Tupã" ou "Iansá" para controlar a chuva.
Para compreender, em 2023, no dia 7 de Abril, ocorreria a peça da Paixão de Cristo. Mas devido ao mal tempo, isso não ocorreu. O que fizeram? Um adiamento. Que até certo ponto, foi acertado.
Mas nem tanto.
Há muito tempo, o pessoal que trabalha na Cultura (seja na pasta ou de forma independente), em diversos setores, sabe que não existe um cuidado com as artes cênicas por parte das gestões. Nunca ocorreu, mesmo de pessoas que trabalham com teatro, uma busca por fazer isso de forma segura, na pasta. Emerson Bicudo, que já foi ator, diretor e protagonista, está em praticamente todas as versões da peça, com exceção de dois ou três anos, no máximo. Então, não seria bom trabalhar sem estar preparados para o que ocorreria caso chovesse.
Sem contar, em exigir um teatro público. E não esperar que o prédio para apresentações da Educação esteja pronto. Eu já pude notar isso. É necessário, por parte desses setores, uma pressão por parte da população.
Pois a praça, de frente a Matriz, não é coberta. E nunca antes esse adiamento ocorreu. Mesmo porque, a cidade sempre deve e tem um costume chato: qualquer evento tem que atrasar. Muitas vezes, até mais de uma hora.
Pode ser só minha chatice? Pode. Mas há uma certa razão nisso.

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