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quinta-feira, 8 de maio de 2025
Minha sincera opinião sobre a Vivo, em Santa Isabel
No dia 2 de Maio de 2025, um funcionário da Vivo - ao que tudo indica - que mexia na fiação telefônica fez com que ficássemos sem telefone e Internet pelos dias seguintes.
Ao ligar para a Vivo, para obter alguém que pudesse mexer na fiação, a empresa me deu a estimativa de que isso ocorreria em 13 de Maio de 2025 (enquanto escrevo esse texto é 6 de Maio de 2025), ou seja, teria que esperar uma semana para ter meus meios de comunicação funcionais. Tentei pedir agilidade, mas nenhuma resposta minimamente positiva surgiu.
Para completar, ao falar com a Vivo física de Santa Isabel, me pediram para enviar as fotos da fiação para o WhatsApp da loja. Não ocorreu resposta nenhuma por parte dela.
Sem contar que perdi uma oportunidade de emprego, devido a não poder responder a vaga em tempo. Não a toa, há tanta gente migrando de operadora, na região.
O funcionamento da Vivo em Santa Isabel não me aparenta primar pela qualidade.
A internet e o telefone foram restabelecidos, no dia 7 de Maio de 2025. Mas não por ser um serviço prestativo, mas por estarem com medo que mais problemas ocorressem. Agora, terão.
A internet e o telefone foram restabelecidos, no dia 7 de Maio de 2025. Mas não por ser um serviço prestativo, mas por estarem com medo que mais problemas ocorressem. Agora, terão.
quarta-feira, 7 de maio de 2025
Figuras Notáveis de Santa Isabel: Aparício Alves Gonçalves (parte 2) (cotidiano)
Em casa, com os filhos, não era um homem de muitas palavras, educado à moda antiga, com exemplos, não com palavras. Amava a família, procurava dar a ela todo o conforto que podia e com sacrifício, numa época onde a escola era para pouco, fez seus cinco filhos estudarem e conseguirem um diploma. Como não falava muito, não "paparicava" os filhos, quando ficava bravo, mas dizia um "hei!" que todos conheciam e obedeciam. Quando tinha pessoa diferente na casa, com um simples olhar, mas significativo para seus rebentos, mostrava que a conduta deles estava errada. Só chegou a dar surras em seu filho mais velho, Luizinho, mas nas filhas nunca.
Nos finais de semana saia para caçar. Tentou influenciar o filho Luizinho nesse hobby, mas jamais conseguiu o fazer. As meninas poderiam o acompanhar, desde que fossem de verde. Enquanto ele "piava" ou esperava a caça. Era caçador conhecido em toda a região e orgulho de sua espingarda belga e de sua coleção de pios.
Gostava de ler e de música. Tocava violão e tinha imenso prazer quando seus filhos cantavam com ele. Os rebentos aprenderam diversas músicas de seu tempo e ele quem ensinou a filha, Beneditinha, violão.
Como filho, sua dedicação, principalmente pela mãe e pela irmã foi exemplar. Vindo de uma família com muitos problemas, nunca deixou de dar sua colaboração e seu amor a seus pais e irmã. Para os irmãos, era sempre um exemplo de vida: foi a vida toda o elemento de conciliação na sua família.
Quando se aposentou gostava de ficar no "murinho" de casa, vendo as pessoas passarem e puxando um dedo de prosa, fazendo brincadeiras e com elas "cutucando" à sua moda, muita gente.
-Esse texto foi escrito por Beneditinha, sua filha, para o livro de Virgílio Frúgoli, Marcas do Passado, em 10 de Dezembro de 1998
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