sexta-feira, 24 de julho de 2026

Sobre a importância da história pela população e o poder público

Uma das coisas que devemos saber agora é que Mogi das Cruzes está dando início para implantação do Sistema Municipal de Museus. Isso através da Secretária Municipal de Cultura, que com isso dá um passo importante para implantação da criação e pesquisas desse assunto. Entretanto, podemos falar sobre Santa Isabel, que não tem um certo cuidado com fontes.
Você deve estar pensando que meu texto não faz sentido. Afinal, o Centro Cultural, conta com Centro de Memória Chico Fotógrafo, uma clara homenagem a Francisco Sanches Baptista. Mas talvez o problema, seja da antiga administração ou da atual, seja a falta de cuidado em alguns pontos. Pois se concentram tanto em dar atenção a um tipo de arte, que quando tratam de outra, fazem besteira. A falta de cuidado com certas exposições, como no caso a feita – e sobre – Cynthia Mariah, onde foi roubado um item do passado e profissão dela. Muitas vezes, existem algumas dessas mostras que estão com informações faltando ou até mesmo imagens pequenas demais com textos minúsculos. Sem contar os erros gramaticais como o “taual” encontrado no texto falando sobre Éverton Ribeiro.
É necessária uma responsabilidade profissional, para aqueles dentro da secretária. Não cansamos de ver desculpas esfarrapadas para uma pasta, como de trânsito ou turismo. Então, nem é aceitável que a pasta, que tem essas falhas recorrentes por mais de uma administração, continue assim.
Foto retirada por Luis Eduardo C. Tavares
O problema talvez seja que, Santa Isabel ignora os pesquisadores, sem conversar sobre seus dados. Há uma certa falta de vontade, por parte da Secretária de Cultura em estar próximo desses historiadores (com formação ou não) para perguntar o que sabem. Tem uma carga muito grande de informação que não está nas mãos do poder público. Não estou querendo falar com isso que a população tem o controle do saber, mas tem sua importância dentro da cultura local. Sem contar, o desdém que membros desses grupos municipais fizeram de pessoas que pesquisavam ou tentavam fazer coisas relativas com essa pesquisa museológica, como Mauro Morini e Luis Eduardo C. Tavares.
Não minto que há problemas atuais, quando pessoas usam mais a inteligência artificial ou aplicativos para “pesquisas” e “procura de imagens e dados” históricos. Entretanto, há pessoas que estão ainda fazendo o possível para realmente registrar ANTES de algo mudar. Como os orelhões da cidade que foram derrubados, algumas semanas. História não é fácil, por isso, deve ser respeitada, pelo poder público e pela população.

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