Nos idos de 1965, quando ser professor significava, muitas vezes, enfrentar estradas difíceis e percorrer longas distâncias para levar conhecimento onde quase tudo faltava, Benedito esteve na zona rural, ensinando às crianças as primeiras letras. Mais do que alfabetizar, ajudava a abrir caminhos. Em cada criança que aprendeu a ler e escrever havia uma oportunidade que começava a nascer.
Mas sua contribuição não ficou restrita à sala de aula.
Benedito também esteve presente na organização da vida comunitária, orientando, ajudando e formalizando diversas Sociedades Amigos de Bairros. Em uma época em que muitos bairros ainda buscavam sua própria identidade e representação, ele colaborou para transformar necessidades em organização e reivindicações em caminhos possíveis.
Foram 30 anos de serviço público, período em que seu trabalho se somou a uma vida inteira dedicada à comunidade.
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