Estiveram nesse dia: Luiz Nase, Mavie S. Rosa, Luis Eduardo C. Tavares, Jack Azulita, Fernanda Aparecida O.S.S. Luan Barbosa, João Motta, Júlio Motta e Ednilson Toledo
terça-feira, 17 de junho de 2025
segunda-feira, 16 de junho de 2025
(Espaço Aberto Igaratá) Figuras notáveis de Igaratá: João Pretinho
João Batista dos Santos, mais conhecido como “João Pretinho”, nasceu em Lavras (MG), a 24 de Junho de 1948, tendo completado mais de 73 anos.
Ainda jovem, deixou Minas Gerais com destino a Jacareí para trabalhar em uma empresa que havia se transferido da sua cidade natal para o Vale do Paraíba. Em meados de 1962, com o fechamento da firma, conheceu Igaratá Velha e resolveu mudar-se para o local, onde conheceu Tereza Souza de Moraes (em memória), com quem foi casado por 48 anos e teve um filho (Fábio).
Muito querido por todos, João Pretinho, santista de coração, sempre foi apaixonado por futebol e chegou a jogar em diversos times da cidade, inclusive em Igaratá Velha, hoje submersa pelas águas da Represa do Jaguari, e a treinar crianças, jovens e adultos em diversas equipes igarataenses.
Na cidade nova, abriu um bar que levava o seu nome, na Rua José Alves de Almeida, que funcionou por 28 anos, não tinha hora pra fechar e deixou muitas saudades: “Em Igaratá, construí muitas amizades e é um prazer fazer parte desta grande família”, disse.
sexta-feira, 13 de junho de 2025
quinta-feira, 12 de junho de 2025
Fotos de orelhões em Santa Isabel
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quarta-feira, 11 de junho de 2025
terça-feira, 10 de junho de 2025
(Espaço Aberto Brasil) Precisamos falar que "liberdade de expressão" TEM SIM LIMITES!
Ele vem lá da Roma Antiga, com a República e depois Império. O termo vem dos censores, que eram pessoas que faziam o censo, uma contagem demográfica, para ajudar nas políticas daquele período. Usam-se esses censores até hoje, em diversos países, como o Brasil, com o IBGE.
Mas o que tem a ver com censura? Inicialmente, o uso dessa palavra serviria também para tomar medidas, com um julgamento prévio, sobre assuntos da época. Por exemplo, uma peça teatral, que poderia ir contra os costumes da população. Obviamente, a política poderia usar isso para se proteger de críticas. Entretanto, aí que já tratamos sobre o caso Léo Lins.
Seu show, Perturbador, pode até ter frases contra política, mas ela se volta para piadas contra - em boa parte dela - minorias. Etarismo, homofobia, pedofilia, capacitismo, entre outros crimes que podem aparecer em outros espetáculos ditos de humor. Ai nós podemos e vamos notar a expressão, censura, sendo usada contra quem foi contra o humorista. E foram esses grupos afetados que encaminharam o caso sobre esse humorista.
Pois aí vem o que tratamos, hoje em dia, como censura. No primeiro significado, é quando uma obra, dentro de sua própria produção, nota que tem algo violento demais (como os quatro minutos do filme, O Exorcista, que sim, eram fortes para sua época). No segundo é por ter sua obra impedida de ser transmitida ou exibida, por poder ou força maior (como o Jornal Ouvidor, uma vez foi pela gestão, do então Dra. Patrícia Cotrin Valério). Então, nós podemos notar o básico: que não houve censura. Você pode discordar da pena e falar que “a punição é pesada, para um crime tão leve”, mas não é isso que a justiça, nem os atingidos por essa piada acham.
“Mas deve gente que é a favor dele, que é membro dessas minorias”. Sim, mas essas pessoas não representam todas as minorias ou pessoas atingidas pelas falas dele. Um exemplo é de um vídeo em que ele está com uma pessoa PCD e ela fala que se sente representada pelo Léo. Isso representa todas as pessoas que tem a mesma condição que aquele indivíduo? Não. Nem se fosse o presidente da APAE, representaria todo mundo. Se nós, como pessoas, não somos representados por políticos, pois OU não os escolhemos OU tomam decisões diferentes daquelas que queríamos quando os escolhemos.
Estou sendo o isentão, falando que nunca falei bobagem na minha vida? Não. Já falei besteiras capacitistas e me arrependo amargamente. Pois fui corrigido por uma amiga, já falecida, Monica Saueia, que lutou para que PCDs fossem tratados de forma igualitária, não inferiorizada. Tanto que tento não assistir coisas tão ofensivas como, South Park e Family Guy, hoje em dia.
E há humor hoje em dia de boa qualidade, se colocando no lugar do outro, criando empatia. Thiago Ventura, já declarou ter que se reinventar, devido a sua homofobia. Hoje em dia ele faz piadas, como as do Nego Chan, sobre homossexuais, mas valorizando eles. E ele se abre sobre esse assunto de forma clara e como sua mentalidade era preconceituosa.
Já a humorista Tatá Werneck, hoje em dia usa uma consultora para piadas LGBTQIAPN+, pois foi alertada ter feito uma brincadeira pesada demais, com conteúdo trans.
Temos que ter claro que ele não foi preso pelas piadas preconceituosas, mas pelos crimes de racismo, etarismo, lgbtfobia, etnofobia, xenofobia, todos esses “comentários” que estão previstos no Código Penal. Um simples advogado poderia ter lido o texto e o advertido, mas talvez, mesmo que o tivesse feito, ele não aceitaria.
Pois não se trata de “liberdade de expressão” apenas. Pois nenhum direito, como esse tão citado pelos defensores de Léo Lins, é absoluto. Pois se alguém me ataca, para me matar, eu posso revidar, para me proteger, como legítima defesa. “Mas isso não se trata de vida ou morte”, e está certo. Só que aqui não é como países onde se pode “esticar a corda do humor” mais, causando grandes casos de racismo. Seja de forma física ou emocional.
Falo isso, especialmente por dois motivos: o primeiro, que tinha um tio que era PCD, também de nome Luis (mas com Z) ao qual sofreu preconceito EXATAMENTE de uma pessoa que já disse, tempos depois, ser fã do Léo Lins. Coincidência? Pode ser. O outro é que cresci e sei como é difícil envelhecer. Ser adulto.
Esse é apenas UM texto, que já escrevi sobre o assunto.
Já o fiz outro em um blog, mais um sobre o Léo Lins (antigamente), em uma revista sobre animes, tratando sobre a importância e em textos de história. Sem contar os estilos musicais que já foram censurados antes.
Então, eu posso colocar mais contexto aqui.
https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12330/censor/
SANT ANNA, Henrique Modanez de. História da República Romana. Editora Vozes.
https://www.terra.com.br/diversao/gente/nao-sao-erros-sao-crimes-ha-5-anos-tata-werneck-tomou-uma-atitude-bem-diferente-da-de-leo-lins-para-evitar-preconceitos-em-seu-programa,d98bfce4c57e389fba476e9aa54d5462suzalb19.html
https://www.youtube.com/watch?v=nIIvftB_2iw
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados
Em um mundo onde baleias cósmicas e gatos guerreiros se enfrentam, uma antiga ameaça desperta no sul esquecido. Enquanto a atenção se volta para o conflito político no Leste, Pedro Ernesto e seus companheiros marginalizados se erguem como a última esperança do mundo civilizado. Com bigodes imponentes, lanças afiadas e martelos poderosos, eles enfrentam mortos-vivos e o próprio Nada em uma jornada épica.
"Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados" é uma aventura de fantasia medieval, repleta de ação, humor e reflexões sobre a vida, o universo e tudo mais.
Acompanhamos o personagem Pedro Ernesto, um lanceiro bigodudo em busca de fama e glória, em uma jornada épica que o levará a enfrentar desafios inimagináveis e a questionar tudo o que ele acredita. Com um toque de absurdo e referências à cultura pop, este livro é uma leitura divertida e emocionante para todas as idades.
A noite de autógrafos ocorreu na Taberna do Rei, no final da Duque de Caxias, em Junho de 2024. Junto a amigos. O Ateliê Donna Rita ofereceu os seus serviços de impressão e encadernação para a confecção dos livros.
A noite de autógrafos ocorreu na Taberna do Rei, no final da Duque de Caxias, em Junho de 2024. Junto a amigos. O Ateliê Donna Rita ofereceu os seus serviços de impressão e encadernação para a confecção dos livros.
Para explicar Pedro Ernesto e a Torre dos Desesperados, a melhor maneira de o descrever seria uma união de Douglas Adams com J.R.R Tolkien. Mas fazer uma comparação tão simples e rápida assim seria uma injustiça com os três autores, incluindo com Luiz. Ela tem um humor crítico que me remeteu a Monty Python, mas com outras doses de humor, cheias de piadas inseridas em suas linhas. Sem contar os momentos melancólicos, pois se em certos momentos eu via cenas humor, há outros que me arrancaram uma sincera lágrima.
Um dos clássicos de Santa Isabel, escrito por Luiz Nase.
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