domingo, 28 de fevereiro de 2021

Rota Turística: Rota Turística Águas e Sabores

A Rota Turística Águas e Sabores é a primeira rota homologada pelo Conselho Municipal de Turismo de Santa Isabel e está localizada na região que compõe os Bairros Jardim Portugal, Monte Negro e Jardim das Acácias. Tendo início na Alça de Acesso na entrada do Jardim Portugal. A característica principal é que a rota margeia em sua grande parte a Represa Jaguari, cercada de muita natureza e empreendimentos com lazer e atrativos náuticos, esporte de aventura, pesca esportiva, hipismo, além da oferta de serviços de hospedagem e gastronomia típica. 
Existe ali um importante projeto de criação de tilápias em tanques rede pela Associação de Pescadores Amadores de Santa Isabel África Nilo - a APASIAN, cuja a produção abastece o supermercados do centro e o compradores que visitam a piscicultura, o que se torna um passeio muito educativo. O acesso é através do empreendimento Recanto Tolentino's. Outra atração diferenciada é a criação de rã pelo Ranário Santa Clara. Ele está no Jardim Portugal, onde é produzida a carne, comercializada,  ocorre o manejo e curso. É também possível a visita com agendamento para conhecer esse tipo de negócio. 
Um atrativo natural da região é a Cachoeira Pena Branca com uma queda d'água de aproximadamente 5 metros, que se encontra em propriedade privada, mas que é aberta ao público com taxa de entrada.
Sobre atrações religiosas, temos a Capela São Roque (na Estrada Varadouro) e Capela São Benedito (no Monte Negro):
A Capela São Roque é familiar, mas abre para sua tradicional reza do terço capelão todo o primeiro domingo de cada mês e anualmente no mês de agosto realiza a Festa de São Roque. Com apresentação de Danças folclóricas. Passando por danças de moçambique, São Gonçalo e congada, com celebração e quermesse. 
A Capela de São Benedito teve sua primeira construção em 1984, sendo bem pequena. Com o crescimento da comunidade foi construída uma nova capela em terreno doado pela família Queluz, moradores do bairro Monte Negro até os dias atuais. Essa perseverança foi fruto da luta de Irmã Rafaela. As missas são celebradas no segundo do mês. Em julho é realizada a tradicional Festa Julina da Comunidade, e no dia 05 de outubro é realizada a missa em louvor a São Benedito. No segundo domingo de novembro acontece a Festa de São Benedito com celebração da Missa em Louvor ao padroeiro e quermesse.
A Represa Jaguari é mais importante e rico atrativo natural de Santa Isabel, possuí diversos acessos, públicos e privados, sendo que em alguns pontos são formadas cachoeiras e ainda tem duas ilhas em território isabelense, e que percorre também a Rota Águas e Sabores.
Ainda assim, muitos dos pontos turísticos públicos carecem de manutenção.

Fonte: MATSUKURA, Marilu. Rota Turística Água e Sabores. Informativo da A.A.P.S.I.. Santa Isabel. jan.2020, p. 4.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Sinos da Igreja do Rosário






E mais uma vez, a Maria Madalena dos Santos me ajudou e passou essas fotos do sino. Grato a você. E contemplem esse tesouro municipal.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

O Moçambique

O moçambique é um bailado que reúne pequenas danças. Identificado às congadas, o folguedo é um cortejo sem desenvolvimento dramático - no que se identifica aos maracatus pernambucanos. O moçambiqueiro considera sua dança uma dança de religião.
Se junta o manejo do bastão à música que é tocada. E isso junto a batida do pé. Tudo se integrando em uma demonstração de fé através da dança. Tudo em uma marcha.
A dança consiste em duas fileiras compostas por homens vestidos de branco e com chapéus que levam fitas vermelhas ou azuis, ou medalhas de santos.
O moçambique é uma dança-cortejo de origem afro-brasileira que utiliza bastões que é realizada em festas populares nas cidades do Vale do Paraíba. A dança consiste em duas fileiras compostas por homens vestidos de branco e com chapéus que levam fitas ou medalhas de santos. Os participantes trazem fitas azuis ou vermelhas cruzadas no peito que representam, respectivamente, Nossa Senhora e São Benedito, além de paiás (espécie de chocalhos ou guizos) amarrados às pernas.
A dança é executada ao som de instrumentos como caixa (um tipo de tambor pequeno), viola, sanfona, violão e cavaquinho. Os bastões, além de fazerem parte do aparato, também servem para dar o ritmo. Junto aos músicos, ficam o rei e a rainha do moçambique que conduzem a bandeira do grupo

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Corporação Musical São Benedito.


A Corporação Musical São Benedito, que participa das festas cívicas e religiosas. Sua formação teria sido em 1915, quando Avelino Alvim Pinto conseguiu alguns elementos para formar o primeiro conjunto musical. 
De sua formação mais antiga mostrada por Zuleika de Paula em seu livro, temos Paschoal Anastácio, o Reuinha (clarinete); Pinto Barbeiro (clarinete); Sebastião Claudino (clarinete); Sinhô (bombardino); Idator Pereira da Costa (baixo) e Quim Tibúrcio (piston). Até então chamava-se Corporação Musical Isabelense.
Com o falecimento de Avelino, assumiu a direção Idator Pereira da Costa, que mudou o nome para Corporação Musical São Benedito. 
Em 1928, os ensaios eram realizados no antigo prédio da prefeitura; para chamar os componentes batia-se o bumbo em frente a porta. Se o ensaio fosse interrompido por uma emergência ou para o intervalo, novamente o bumbo era acionado para reuni-los. Para a alvorada da festa do Divino, Idator iria chamar cada um dos músicos em suas casas. 
Havia serenata aos sábados. Tendo a autorização da polícia, executava-se as valsas Saudades de Iguapé, Branca, Saudades de Matão e Borboleta da Usina, esta composta por Paschoal Anástacio. As moças abriam a janela para ouvir.
Já deve sede própria a Corporação em uma sala da Igreja do Rosário, onde ficavam guardados os instrumentos.
O grupo se apresentava na cidade e em municípios vizinhos, nada cobravam se fosse comemoração religiosa.
Os instrumentos que constituíam a Corporação eram: sax harmonia, bumbo, prato, caixeta, trombone, bombardino, baixo, requinta, sax alto, clarineta e também alguém que ficava cantando.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

O jogador Éverton Ribeiro

Gratidão. Esse é o maior sentimento que Éverton Ribeiro nutre pelo Seu Neco, como é conhecido Manoel Rodrigues de Paula, um senhor de 91 anos. Foi ele quem ensinou o hoje craque do Flamengo a jogar futebol em Santa Isabel, São Paulo. Os dois construíram uma relação cheia também de amor, amizade, carinho e respeito.
O menino Éverton tinha 10 anos quando teve que decidir: iria prosseguir no judô ou futebol? Primogênito de três irmãos de uma família de Santa Isabel, na região metropolitana de São Paulo, o garoto não pensou muito. Tinha a faixa azul, lutava com jovens maiores, tinha a confiança de seu sensei, mas, até mesmo no tatame, preferia o futebol. Com uma bolinha de papel, brincava antes das aulas da luta japonesa. 
A disciplina e o bom ambiente encontrado nas aulas de judô ficaram e Éverton foi crescer no futebol. Ele começou com a luta aos três anos. Um ano depois já estava em escolinhas, ao lado da bola. Sua mãe, Rita, diz, inclusive, que a primeira palavra do filho foi bola. Fato é que, aos 10 anos, o objeto passou a ser a vida de Éverton Ribeiro.  
"Como jogava descalço na rua, machuquei meu dedão do pé. Comecei a chutar só com a esquerda. Mas é o meu pai que diz" disse Éverton ao site do Esporte Espatacular.
O isabelense Éverton Ribeiro deixou o Brasil logo após a conquista do bicampeonato brasileiro, e em Fevereiro de 2015 vestiu a camisa do Al-Ahli, dos Emirados Árabes. Mas a mudança não fez o meia, que foi eleito o melhor jogador do Brasileirão, parar de ir longe por títulos. E ele foi vencedor do prêmio Craque do Brasileirão por dois anos seguidos (2013 e 2014).
Iniciou 2020 vencendo a Supercopa do Brasil batendo o Athletico Paranaense por 3-0 no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Conquistou também a Recopa Sul-Americana, além do Campeonato Carioca, no 1° semestre do ano.

ISABELENSE assina com Tricolor. Jornal Bom Dia. Santa Isabel. p. 12.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Revista III

A Revista III foi uma publicação que não podia ser vendida, isso sempre foi deixado bem claro. Foi uma revista virtual, ou seja entregue de forma online, em quem podia e queria contribuir com um texto, fotografia ou ilustração estava livre para isso
A Revista III era uma publicação alternativa eletrônica mensal, de distribuição gratuita focada em arte, entretenimento, cultura, poesia, contos, opinião e eventos sendo acessado por mais de 300 usuários de internet por dia (em sua página no Facebook) e mais de duas mil visualizações de sua revista mensal hospedada em nosso blog. Talvez esses números estejam desatualizados e sejam muito maiores.
Eram uma revista voltada para o fortalecimento da opinião, senso crítico, arte e cultura em suas mais variadas formas e expressões. 
Camila Barbosa fazia a edição e revisão, Ariana Silva a revisão e comunicação e Horn a arte. Deve oito edições.