sexta-feira, 2 de junho de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Palestra de Luis Eduardo Caraça Tavares na ETEC
No dia 3 de maio de 2017 o professor de história e desenhista, Luis Eduardo Caraça Tavares fez uma palestra na ETEC de Santa Isabel. Ele foi chamado por Alex dos Santos Vieira, responsável pela biblioteca da instituição para falar com os alunos, em comemoração da Semana Paulo Freire.
No dia em questão, ele começou a sua apresentação depois do intervalo dos alunos com um pouco mais de quarenta deles. Falou sobre escritores isabelenses, ou que já moram por anos na cidade, como Armando Machado (com Pelos Estreitos Becos da Vida), Luiz Del Nero Netto (com Histórias de Amor e Morte) e Horn (com Meu Caderno de Rabiscos). Sem contar que contou como conheceu alguns deles e sua experiência com essas pessoas.
Em seguida falou sobre sua próprias obras como Pensamentos em uma Caixa Cinza (poemas e textos), Espaço Aberto SI (que trata da história e cultura de Santa Isabel), O Universo dos Animes e Mangás, I'm Alive (romance), um artbook e A Lenda de Elric. Falou como é seu processo criativo, de onde tira suas ideias. No final, ele respondeu perguntas dos alunos.
Tudo isso vistoriado por Teresinha Pedroso (responsável pela área de cultura em Santa Isabel), Alex e outras pessoas da ETEC. E parte disso se deveu a contribuição da Secretária de Cultura de Santa Isabel, graças a Teresinha.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
(Espaço Aberto Arujá) Arujá: a história
Muitas pessoas falam sobre Arujá e sua relação com Santa Isabel. Entre as frases mais corriqueiras estão “a primeira era um bairro da segunda cidade”. Depois de uma curta pesquisa vi muitas coisas sobre a cidade, menos o que tantos isabelenses costumam falar. Sim, pois nunca ouvi que isso era um fato consumado sobre a cidade.
Arujá é uma antiga povoação situada a nordeste da capital, São
Paulo. Ficando entre as serras da Cantareira e do Mar, às margens do
Baquirivu-Guaçu, com acesso principal pela Rodovia Presidente Dutra. Seu nome é
de origem tupi, e significa "abundantes de peixinhos barrigudinhos ou
guarus".
O município surgiu com um simples traçado de uma estrada
vicinal, que saía da Praça da Sé, passava pelo Brás, Penha, Guarulhos,
Bonsucesso, Arujá até chegar ao Rio de Janeiro.
O caminho era usado por tropeiros que se dispersavam pela
floresta à fora, sentido Vale do Paraíba - Rio de Janeiro. Conhecidos como
"faisqueiros", esses homens eram os responsáveis pelo contato com os
índios, além de extraírem ouro do Rio Jaguari, levando-o para Bonsucesso e de
lá para Guarulhos. Até aí, boa parte do que foi dito lembra em alguns pontos a
fazenda Morro Grande, que mais tarde se tornaria Santa Isabel.
Assim como Santa Isabel, a vila de Arujá teve origem com uma
pequena capela, de Senhor Bom Jesus, como seu padroeiro. A construção iniciou
em 1781 pelas mãos de José de Carvalho Pinto e concluída por seu irmão, capitão
João de Carvalho Pinto. Em 1852, passou a distrito do município de Mogi das
Cruzes e transferido para Santa Isabel em 1944.
Com a extração sem controle de madeira, isso contribui com a
devastação vegetal na região. Conforme investigação, em vários pontos da mancha
vegetal, existiam sulcos retangulares caracterizando grandes covas, conhecidas
como "carvoeiras". A queima de madeira em grande quantidade, coberta
com capim e terra, com um respiro numa das extremidades, acontecia durante 3
dias ou mais, transformando a madeira em carvão vegetal.
Desse modo, nos séculos XIX e XX, a flora e a fauna foi quase
que devastadas por inteiro. Enquanto isso, os próprios canteiros de
assentamento das "carvoeiras" transformaram-se em moradias, inserindo
grandes manchas de plantações de subsistência. Em consequência disso, deu-se a
origem de maiores fazendas: cafeeiras, açucareiras, etc., contribuindo para o
aparecimento das primeiras manchas urbanas, caracterizando um núcleo de
comunidade que se concentrava na antiga estrada vicinal denominada
Arujá-Bonsucesso, também conhecida como estrada São Paulo-Rio. Isso mostra como
a cidade, desde bem cedo, lidou bem com certos problemas e os contornou.
Naquele período citado anteriormente do povoamento, no trecho
que compreende ao lado da Igreja Senhor Bom Jesus de Arujá, suas margens seriam
edificadas. Permanecendo assim, quando chegamos a década de 50 no século XX ,
quando Arujá foi elevada para a categoria de município, por Lei Estadual nº
5285, de 18 de fevereiro de 1959.
Na década de 50 ainda, surgiram os primeiros loteamentos da
área central, que dariam origem aos primeiros condomínios. A expansão
prosseguiu na década de 80. Outros empreendimentos envolveram a orla central da
cidade tendendo para a direção norte e leste, sendo que esses loteamentos pertenciam
à classe mais popular. Este avanço limitou-se no divisor de mananciais e nas
superfícies íngremes, limitada a orla por uma barreira física.
Como vimos aqui, Arujá realmente tem uma ligação com Santa
Isabel. Só que ainda erramos muito sobre como esse elo ocorreu. Primeiro, como
já disse pois nem sequer sabemos direito sobre nossa própria história. Segundo,
diferente da cidade de Arujá, nós não reparamos nossas falhas.
A partir dos anos 90, além do Centro Industrial, da
arborização, dos clubes de lazer e esportes e de dois golf clubes, Arujá toma
novo impulso com a implantação de novos condomínios horizontais, aumentando a
qualidade de vida. Desde 19 de abril de 1985, Arujá adotou o codinome
"Cidade Natureza". Notamos assim, que não somente estão melhorando
financeiramente, como qualidade de vida. E não necessitamos olhar nenhum índice
de qualidade para isso. Só observamos a cidade.
terça-feira, 9 de maio de 2017
Festa em louvor a São Benedito
A Festa em Louvor a São Benedito ocorre sempre em abril, bem próximo do fim do mês. No ano de 2017, ele ocorreu na Rua Maestro Avelino Alvim Pinto. Essa área faz ligação com a antiga capela (mais próxima da Escola Conchinha) e da nova igreja (do lado do córrego). Começou no dia 20 até o dia 23. Ocorreram as apresentações de grupos folclóricos como os de Moçambique (grupo de Arujá) e Folia de Reis (Companhia Bandeira dos Santos Reis). Além da Santa Missa, ocorreu a procissão com a imagem de São Benedito pelo bairro dos 13 de Maio.
Também ocorreu no dia quermesse e bingo.
segunda-feira, 8 de maio de 2017
sábado, 6 de maio de 2017
Exposição de Mauro Morini no Casarão
Imagine entrar em um restaurante e se deparar com boa arte. Algo simples e de certa forma sincero com os olhos do espectador. Foi isso que Mauro Morini, grande figura isabelense fez entre os dias 3 a 30 de maio de 2017. O nome da exposição é The Woman is on the Table. Acima de uma nobre iniciativa, o que importa aqui é a arte desse sujeito talentoso. Foram 14 quadros.
Oficina de Enquadramento e Composição Fotográfica
No dia 26 de abril de 2017 ocorreu a Oficina de Enquadramento e Composição Fotográfica. Ela foi administrada por Melissa Szymanski, do MIS (Museu da Imagem e do Som) que explicou métodos para melhor enquadrar sua câmera. Não importa se é profissional, semi-profissional, simples, ou de celular. Técnicas como a escolha de um bom ponto de vista, perspectiva, regra dos terços e outros detalhes. Contou com um pouco mais de dez pessoas, de diversas e gostos para máquinas desse tipo.
Ele começou as 13:00 e terminou as 17:00 horas. Ocorreu no auditório do Centro Cultural de Santa Isabel. Inteiramente de graça.
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