domingo, 10 de julho de 2016

Fotos antigas: A mudança da cidade pelo tempo

Vista parcial da cidade
1936
Enchente em Santa Isabel
1966
Caixa Econômica Federal
Década de 70
Igreja 13 de Maio
Década de 70
Igreja Matriz vista de baixo
Década de 70


sábado, 9 de julho de 2016

Brasão de Santa Isabel/SP

"O Brasão de Armas de Santa Isabel, de autoria do Major Francisco José Mineiro com a auditoria heráldica do Prof. Arcinóe Antônio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica Municipalista, é descrito em termos próprios de heráldica da seguinte forma:

ESCUDO SAMNÍTICO ENCIMADO PELA COROA MURAL DE OITO TORRES, DE ARGENTE E ILUMINADA DE GOLES, EM CAMPO DE GOLES, UMA BANDA DE ARGENTE CARREGADA DE ROSAS HERÁLDICAS DO PRIMEIRO, LADEADA DE UMA COROA DE RAINHA ENCIMANDO UMA ESPADA EM PALA SUSTENTANDO DOIS PRATOS DE BALANÇA FIRMADOS EM HASTE HORIZONTAL, TUDO DE JALDE E DE UM ESCUDETE DE ARGENTE OSTENTANDO AS QUINAS DE PORTUGAL DE BLÁU, PENDENTE DA PONTA DO ESCUDO, UMA BUSINA DE CAÇA, ESTILO BOIADEIRO, DE JALDE E CORREADA DE SABLE, COMO APOIOS DE ESCUDO, À DEXTRA, UM GALHO DE CAFÉ FRUTIFICADO E À SINISTRA UMA HASTE DE CANA-DE-AÇÚCAR TUDO AO NATURAL TENDO BROCANTES SOBRE AMBOS UM CADUCEU ALADO DE SABLE ENLEADA DE COBRAS DE SINOPLA, TUDO ENFEIXADO POR UMA ENGRENAGEM DE SABLE, SOBREPONDO AO TÊRMO AS HASTES DE CANA-DE-AÇÚCAR E O GALHO DE CAFÉ, UM LISTEL DE GOLES, CONTENDO EM LETRAS ARGENTINAS O TOPÔNIMO "SANTA ISABEL" LADEADO PELOS MILÉSIMOS "1812" e "1832", E ABAIXO, UM OUTRO LISTEL DE GOLES COM O DÍSTICO EM LATIM "FIDES OMNIA VINCIT".

O brasão, descrito neste artigo em termos próprios de heráldica, tem a seguinte interpretação simbólica:

a-) o escudo samnítico, usado para representar o Brasão de Armas de Santa Isabel, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, herdado pela heráldica brasileira como evocativo da raça colonizadora e principal formadora da nossa nacionalidade;
b-) a coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões do domínio que, sendo de argente (prata), de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade representada na Segunda Grandeza, ou seja, sede de Comarca;
c-) a cor goles (vermelho) do campo do escudo é símbolo de dedicação, amor-pátrio, audácia, intrepidez, coragem, valentia, predicados que se identificam com a história da vida de Santa Isabel em cujo louvor a cidade adota o topônimo;
d-) a banda de argente (prata) é peça honrosa de Primeira Ordem, concedida na heráldica como distintivo de honra e comando, simbolizando o direito de administrar justiça, no Brasão de Santa Isabel, carregado de rosas heráldicas de goles (vermelho) lembrando o milagre de transformação dos pães em rosas vividos pela Santa;
e-) o metal argente (prata) é símbolo da paz, amizade, trabalho, prosperidade, pureza, religiosidade;
f-) a coroa da rainha sobrepondo o símbolo da justiça em jalde (ouro) e o escudete de argente com as quinas de Portugal de bláu (azul) lembram no Brasão que Santa Isabel foi rainha de Portugal, defendendo em sua vida o direito de administrar justiça que lhe valeu a canonização graças à sua imensa bondade e dos milagres tidos em função da fé;
g-) o metal jalde (ouro) simboliza glória, esplendor, grandeza, riqueza, perseverança, zelo e lealdade;
h-) pendente da ponta do escudo, a buzina de caça estilo boiadeiro, de jalde (ouro) e correada de sable (preto) representada, no Brasão, a pecuária, uma das expressões econômicas de destaque na vida municipal;
i-) nos ornamentos exteriores, o café e a cana-de-açúcar identificam os principais produtos oriundos da terra dadivosa e fértil, estando também representados o Comércio e a Indústria pela panóplia constituída pelo caduceu alado e a engrenagem;
j-) a cor sable (preto) é o símbolo da austeridade, prudência, sabedoria, moderação, firmeza de caráter e a sinopla (verde) em que as cobras do caduceu são representadas, é o símbolo de honra, civilidade, cortesia, abundância e alegria;
k-) no listel de goles (vermelho), abaixo ao listel de goles contendo o topônimo "Santa Isabel" ladeado pelos milésimos "1812" e "1832", em letras argentinas (prateadas) inscreve-se o dístico em latim "Fides Omnia Vincit", cujo significado em tradução livre é "A Fé tudo vence".

O Brasão será reproduzido em clichês, para timbrar a documentação oficial do Município de Santa Isabel, com a representação icnográfica das cores, em conformidade com a Convenção Internacional, quando a impressão for feita a uma só cor e a obediência das cores heráldicas, quando a impressão for feita em policromia.
Objetivando a divulgação municipalista, o Brasão Municipal poderá ser reproduzido em decalcomania, brasões de fachada, flâmulas, clichês, distintivos, medalhas e outros materiais, bem como apostos a objetos de arte, desde que, em qualquer reprodução, sejam observados os módulos e cores heráldicas.
A critério dos Poderes Municipais poderá ser instituída a ordem Municipal do Brasão, para Comenda àqueles que, de algum modo e sem injunções políticas, tenham merecido e justificado a honraria outorgada.
Será a Comenda constituída por medalha de Brasão, esmaltada em cores ou fundada em metal - ouro ou prata - fixada em lapela com as cores municipais, acompanhada de Diploma da Ordem de "Comendador da Ordem Municipal do Brasão"."

Esse texto foi extraído de um artigo no Portal Prefeitura Municipal de Santa Isabel. Quer ver mais? Acesse o link aqui:

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Hino da cidade Santa Isabel


Santa Isabel, Santa Isabel
Boa terra brasileira
Altaneira, hospitaleira
Terra querida que eu quero bem

Tuas lindas serras te enfeitam e se ajeitam
Ao teu redor, como pétalas á flor
És um amor, és um primor
Óh! minha Santa Isabel

Santa Isabel, Santa Isabel
És na verdade um pedacinho lá do céu
O Jaguarí de águas claras, profundas
Rega-te as terras e as faz tão fecundas

Produze cana, leite e carvão
Cereais em profusão
Santa Isabel, Santa Isabel
Eu te conservo dentro do meu coração.


quinta-feira, 7 de julho de 2016

Minha opinião em relação ao trânsito por conta da Festa da Cidade


Ah Prefeitura de Santa Isabel... Parece que gosta que eu fale dela! E ela tem uma amiguinha dessa vez: Secretária Municipal de Segurança e Trânsito. Já explico.
Hoje dia 07 de Julho de 2016, as 10:10 desci do Monte Serrat para pegar o ônibus do Monte Negro. Atualmente estou dando aula na escola Vereador Luiz Benedito. Então pensei em ir mais cedo para lá, assim poderia tirar as minhas dúvidas quanto a alguns alunos. Já que no diria seria o que chamamos de conselho de classe. Ok. 
Quando eu sai de casa, antes de chegar no ponto de ônibus já vi que merdas aconteceriam. Prova disso? Os ônibus da P.E.M e Breda estavam na frente do cemitério. Basicamente, o ponto inicial fica na frente do cemitério. O que de certa forma, fica mais longe que nosso ponto inicial atual. E pior seria se alguém falecesse... Imagina essa complicação em relação a um enterro! Que saco.
Mas vamos ao meu problema do dia. Até essa semana eu pegava ônibus no ponto inicial de Santa Isabel. Aquele que fica atrás da escola Maria das Graças Sales de Oliveira, e na frente das quadras de skate e de jogos. Eu, não muito esperto, nem notei uma placa onde estava escrito:
"PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA ISABEL
SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURANÇA E TRANSITO
A PARTIR DO DIA 29/06/2016 O TERMINAL DE ÔNIBUS ESTARÁ INTERDITADO. O PONTO FINAL SERÁ NA RUA JOEL DE SOUZA (EM FRENTE AO CEMITÉRIO BROTAS). INFORMAMOS QUE HAVERÁ UM PONTO NA RUA JUVENAL HÉLIO DO ESPÍRITO SANTO AO LADO DA ESCOLA MARIA DA GRAÇAS."
Ok, falha minha. Mas isso me custou cerca de uns 20 a 30 minutos gastos a toa. Além de que, isso ai foi mal colocado, pois ali ficou com ônibus passando até o dia 06 de julho. Eu sei! Eu ainda estava pegando busão ali!
Ignorando isso, fui até a área onde pegaria ônibus. No caso, o mais próximo, que era a Rua Juvenal Hélio do Espírito Santo. A rua ao lado do Maria. Só que não existe cobertura ali! Nada que proteja a gente do sol das 11:00 até as 12:00 hrs. E o negócio só piora, já que não era ali o ponto para pegar o tal ônibus. Por ali passavam só aqueles que iam para Mogi e Armênia. Então... ONDE DIABOS EU PEGAVA O TAL ÔNIBUS PARA O MONTE NEGRO?
Ironicamente, quase que eu dei uma volta completa na escola pois o ponto ficava NA FRENTE DA ESCOLA! E com um sol queimando minha cabeça, sendo que os vendedores ficavam na sombra. Ok... Podem ficar lá. Só que os cliente dos ônibus deveriam também ter uma sombra! 
Mas nem tudo foi perdido! Um funcionário, extremamente educado da P.E.M. (que acabei esquecendo de pedir o nome dele), me falou onde era o ônibus para o Monte Negro. Além de que, qualquer outro que lhe pedia ajuda ele tentava auxiliar. 
Agora Prefeitura Municipal de Santa Isabel e Secretária Municipal de Segurança e Trânsito... Por que não pensam mais naqueles que usam

transportes da cidade. Ninguém pode culpar os motoristas. Eles tem que dirigir por ruas, muitas vezes fechadas por carros nos dois sentidos. Fazem malabarismos! Muitas vezes fazem barbaridades. Isso é óbvio, pois nem tantos lá dentro são competentes! Só que aquilo não é culpa deles! E sim daqueles que tem de zelar pelo trânsito. Dane-se que é festa da cidade. Já ocorreram festas e shows naquela área esse ano e o passado e não tiveram problemas. Um dos shows do ano passado, foi uma reunião de carros antigos! E eram muitos! Caramba!

Engraçado que logo o terminal de ônibus será inaugurado! Será que ano que vem isso vai ser assim também!?

(ATUALIZADO: 11/07/2016)
No dia seguinte ao que ocorreu a primeira parte do post, ou seja, dia 08 de julho de 2016, estava eu esperando o busão para meu último de trabalho. Pelo menos no mês. Só voltarei no dia 25 desse mês para a Semana da Educação. De qualquer forma esperei o transporte. Agora sabendo onde era. Mas até imaginei que alguém - no caso, Prefeitura e a Secretária de Trânsito - teria colocado um modo mais claro de mostrar que ali era um "ponto provisório". Qual não foi a minha surpresa quando vejo isso ai do lado! Esse papelzinho meia boca! Que de relance eu poderia confundir com aqueles "trago o amor em cinco dias". Pra vocês terem ideia de como aqui é complicado ser pedestre.

Câmara Municipal de Santa Isabel: o poder legislativo no munícipio

No ano de 1892, por Decreto Lei da Regência do Império, foi criado o município de Santa Isabel desmembrando ele do território de Mogi das Cruzes em nome do Imperador Dom Pedro II, líder do país na época. No mesmo ano, no dia 13 de novembro, o Ministro do Império Nicolas Campos Vergueiro baixou um decreto que fosse remetido à Câmara de Mogi das Cruzes uma determinação ao Juiz de Paz do Distrito que procedesse a uma eleição de vereadores para o novo município. Um procedimento padrão para que fosse mesmo uma cidade.
Esta eleição ocorreu no dia 03 de junho de 1833 na sede da Vila Santa Isabel. A Casa da Câmara foi formada inicialmente pelo presidente Capitão Antonio Rodrigues Pinto, e os seguintes secretários: Capitão Antonio Caetano de Souza e Alexandre Silva. Os Escrutinadores, responsáveis pela apuração dos votos feitos de forma manual, ou seja, através de cédulas eram: Capitão Gabriel José de Barreto de Lima e Alferes Joaquim Antonio de Godoi. Notem como a cidade, assim como o método de voto mudou desde aquela época. Era comum, naquela época, os coronéis se candidatarem aos cargos políticos. Dificilmente uma pessoa com poucas posses conseguia isso, sendo que hoje em dia isso não é nenhum problema. 
Após a votação e apuração foram eleitos os seguintes vereadores: Capitão Antonio Caetano de Souza, Capitão Gabriel José Barreto de Lima, Capitão Francisco Xavier Arantes, Alferes Inácio Pereira Ramos, Capitão Antonio Rodrigues Pinto, Capitão Joaquim Antonio Mendes de Andrade, Alferes Joaquim De Souza e Francisco Ferreira de Araújo. 
A posse aos primeiros vereadores foi concedida por Tiago Rodrigues Ribas, Presidente da Comarca de Mogi das Cruzes no dia 03 de julho de 1833. 
Treze anos mais tarde, após a formação da Casa da Câmara, foi feita a demarcação das povoações limítrofes: Mogi das Cruzes- 27,7 km; Jacareí- 44,4km; Nazaré Paulista- 33,3 km; Patrocínio- 27,7 km, e no dia 17 de junho de 1852, Santa Isabel começou a pertencer a Jacareí pela Lei n° 22. 
A Câmara Municipal de Santa Isabel fica atualmente na Praça Prefeito Hyeróclio Eloy Pessoa de Barros, 33, Jardim Monte Serrat. Próxima da escola Maria das Graças e do Ginásio de Esportes.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

O surgimento de Santa Isabel

Preocupado com o transporte entre o Rio de Janeiro e São Paulo, devido a comercialização na época, o governo colonial começou a colocar povoações durante a rota para essas capitais. Assim, facilitaria a obtenção de mantimentos para as viagens. Aqui já vemos algumas das raízes para a nossa cidade. Podemos notar com isso a formação do Vale do Paraíba.
A região onde moramos hoje em dia, na verdade era uma fazenda pertencente a Mogi das Cruzes, chamada como Morro Grande. As pessoas que moravam ali e nas redondezas, na verdade eram descendentes dos homens que extraiam ouro em Ouro Preto e Congonhas do Campo em Minas Gerais. Com o esgotamento das minas, a região sudeste se voltava para a cultura do café. Aquela fazenda era composta por um pequeno número de índios, escravos e colonos fazendeiros, praticamente formando um povoado. Servia como um pouso de tropeiros que viajavam por Mogi, Campinas, Bragança e Sul de Minas. Assim poderiam se preparar para continuar sua jornada. Com o decorrer do tempo, a região começou a ter maior importância. Tanto por sua pecuária, quanto por sua agricultura.
Em 1812, por pedido do bispo Dom Manoel Joaquim Gonçalves, o povoado foi elevado a freguesia, mais precisamente em 05 de Janeiro. Seu primeiro pároco foi o padre José Veloso do Carmo. Lembrando que as igrejas eram os centros sociais do período. Já em 25 de Junho de 1812, ela passaria a ser chamada como Vila de Santa Isabel. 
Mais para frente na linha do tempo, a vila é desmembrada de Mogi das Cruzes, por ordem do governo imperial, em 1832. Só no ano seguinte(1833), é elegida a primeira câmara municipal. 
A seguir, o decreto de 10 de Julho de 1832:
"A Regência em nome do Imperador, o Sr. Dom Pedro II, há por bem sancionar que se acentue a seguinte resolução da Assembléia Geral Legislativa, tomada sobre o Conselho Geral da Província de São Paulo.
Art. 1 Ficam eretas em vilas as freguesias de Sta. Amaro, do termo desta cidade; de São João do Capivary, do de Porto Félix; de S. Bento do de Araquara, do termo da Vila da Constuição; de Sta. Isabel, do de Mogi das Cruzes; de Santo Antônio de Paranahybuna do de Jacarehy; de São Roque, do de Parnahyba; de Bananal do de Areas.
Art. 2 O presidente do Conselho lhe dará distritos, e dará todas as demais providencias para sua criação das autoridades, justiças e empregados próprios da vila.
Art. 3 Ficam revogadas "todas as disposições em contrário"."
Um detalhe que poucos sabem, mas quando a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, a cidade já tinha libertado seus escravos. A lei deve sua assinatura em 13 de Maio de 1888, sendo que os negros foram libertos em Fevereiro. Bacana não é?
Por força da Lei Estadual n° 135, de 30 de maio de 1893, a referida Vila foi elevada a categoria de município e foi designado sede de comarca, através de Lei n° 80, datada de 25 de Agosto de 1892.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Igreja do Rosário



Muitos dos dados obtidos aqui foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel. Então, tenho que dar o crédito devido.
Quem passa de frente a Igreja do Rosário nem imagina do que estou falando aqui.
Segundo o Livro Tombo da Paróquia é a igreja mais antiga do Alto Tietê. Inaugurada em 1723 servindo de Matriz, até ser transferida para a Igreja Matriz como a conhecemos. A sua construção feita pelas mãos de escravos era originalmente feita de taipa (técnica de construção antiga onde se usa barro e cascalho para a estrutura). O altar, tem dois púlpitos que abrigam a imagem de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. Na área esquerda existe uma imagem de Nosso Senhor dos Passos. 
Além dos registros escritos que existiam, provando a construção como obras de escravos, outros indícios mostram isso. Um desses fatos é que os santos padroeiros da igreja, seriam adotados pelos negros como protetores. Sem contar a grade que existia antes, separando os negros do brancos, vestígio do período colonial escravista.
A igreja ainda tem dois balcões laterais, onde a aristocracia da época assistia a missa. Na reforma de 2004, buscou-se restaurar as cores mais próximas de seus tons originais.
Muitos dos dados obtidos aqui foram graças a um dos dias em que fui a Câmara Municipal de Santa Isabel. Então, tenho que dar o crédito devido. Uma curiosidade sobre a igreja: a pedra fundamental da cidade permanece lá. Como assim? Já explicarei. Essa peça é colocada como primeira peça de uma construção ou edifício, muitas vezes funcionando como uma cápsula do tempo. Após conversar com algumas pessoas da igreja e da área cultural (já que não possuímos um registro público desde a queima dos documentos da cidade), descobri que ela permanece no local. Quando ocorreu a reforma, a única coisa que não mexeram foi o piso, onde esse item segundo informações está.