domingo, 15 de maio de 2022

Figuras notáveis: Sebastião Durvalino

O Sr. Sebastião Durvalino nasceu na cidade de São Carlos, SP em 25 de novembro de 1924. Mudou-se para cidade de Santa Isabel-SP ainda criança. Casou-se com a Sra. Jovelina Flor, e teve seis filhos: Pascolina, Antônio, Sirval (in memoriam), Maria, Isabel e Lourdes, sendo que todos residem na região.
O homenageado veio a falecer no dia 4 de janeiro de 2016. A denominação “Viela Sebastiao Durvalino” já foi adotada espontaneamente pelos moradores da viela e adjacências, e o projeto de lei apresentado, posteriormente, como instrumento para a formalização da denominação da via pública.

terça-feira, 10 de maio de 2022

Som no Rib Bruto

Márcio Mariano, conhecido na cidade por seu repertório eclético, passando do pop rock ao sertanejo, marca presença as sexta feiras para tocar no Rib Bruto. Esse ponto de entretenimento fica no "beco" do "Shopping Velho".
O empresário Alex fechou a parceria com Marcio Mariano que agora tem data marcada na casa. O artista começa seus shows no Rib Bruto, todas as sextas a partir das 21:00, mostrando um repertório variado.
Isso combina com as diversas opções gastronômicas, que passam pelos chopps gelados, milkshakes e hamburgueres artesanais. Sem contar os quitutes e porções.
Você encontra os shows e esse cardápio seleto na Avenida República, 655 (Box 21), no Centro, em Santa Isabel. Em frente a Drogaria São Paulo.

SEXTOU com estilo no Rib Bruto! Jornal da Liberdade de Santa Isabel. Santa Isabel. Abril de 2022. p. 7

domingo, 8 de maio de 2022

A Gripe Espanhola em Santa Isabel

A Gripe Espanhola foi uma doença provocada por uma mutação do vírus da gripe que levou à morte de mais de 50 milhões de pessoas, afetando toda a população mundial entre os anos de 1918 e 1920, durante a primeira guerra mundial.
Inicialmente, a gripe Espanhola surgiu apenas na Europa e nos Estados Unidos, mas em poucos meses se espalhou pelo resto do mundo, afetando a Índia, o sudeste asiático, o Japão, a China, a América Central e inclusive o Brasil, onde matou mais de 10 mil pessoas no Rio de Janeiro e 2 mil em São Paulo.
A gripe espanhola não tinha cura, mas a doença desapareceu entre o final de 1919 e princípios de 1920, não tendo sido registrados mais casos da doença desde essa época.
A situação no Brasil foi terrível, pois faltavam leitos e médicos. Foi necessário improvisar isso nos hospitais, e quando ocorria uma morte devido a doença, não havia caixões funerários suficientes. Foi ordenado o afastamento do trabalho. O Congresso Nacional e o Senado foram fechados, aconteceu a paralização de serviços públicos, proibição de eventos, festividades e cultos religiosos.
Na época, em Santa Isabel foram registradas 40 vítimas, com 10 delas sendo fatais. Podemos fazer um paralelo disso com a Covid-19 em Santa Isabel que atingiu a cidade em 2020.

https://www.tuasaude.com/gripe-espanhola/

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Cynthia Mariah: moda afro-brasileira em Santa Isabel


Ela é uma artista multimaker, designer de moda de formação, pesquisadora independente, educadora de moda com direcionamento cultural e decolonial. Seu trabalho com moda, é focado em afro-brasilidades. Com pensamentos afrocentrados, aborda assuntos pertinentes à história e cultura desse modo, em um ambiente de confiança onde o foco é a valorização de corpos e estéticas pretas, suas reflexões e vivência pensam o Brasil de fato como uma diáspora africana.
Cynthia Mariah não sabe bem se a moda a encontrou ou se faz parte de si, só é entendido como algo que tinha desde cedo. Com uma infância  meio aos artesanatos diversos e da costura, presenciou sua avó com grandes habilidades manuais. A mesma e a mãe de Cynthia sempre exerceram o ofício do  tricô e do crochê,  crescendo nesse universo relata que sua irmã e ela foram criadas para serem livres e empreendedoras, onde ainda na adolescência montou sua própria marca.
Foi modelo e acredita que nesse período da vida que realmente selou definitivamente sua paixão pela moda. Hoje é notório ver que seu trabalho carrega um pouco de todas essas suas vivências.

Da mega elegância de sua avó, das histórias e passagens de sua amada mãe em concursos de beleza negra e das costuras dessa avó na confecção das roupas que a mãe ia aos concursos,  tudo isso são as bases da referência que lhe permitem viver do que ela gosta.
Seu trabalho carrega sustentabilidade ao utilizar matérias-primas convencionais e alternativas, seu lema para esse processo é, "o que é lixo pra você pode não ser lixo pra mim".
Nesses 18 anos de carreira já participou de muita coisa. Os mais marcantes foram a Mostra de Criadoras Mulheres Afro-latinas realizado por 4 anos em unidades do SESC-SP,  no Projeto P.I.M (Periferia inventando moda), no Santa Isabel Rosa Fashion evento criado por ela na cidade, no SPFW com meus acessórios presentes no desfile da marca Az Marias e na encenação da Paixão de Cristo aqui na cidade.
Seu trabalho traz o negro como pauta de um legado negado pela sociedade-moda. “Nos recolocar como peças importantes para as modas encontradas”, é umas das suas principais mensagens.
Ela escreve o seguinte como recado, "Precisamos das vozes as culturas e estéticas negadas pelas modas impostas".